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Coisas que o Pai, o Senhor ou anjos me disseram – 2 de 4

6/28/2025

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Things the Father, Lord, or angels have said to me, 2/4
Coisas que o Pai, o Senhor ou anjos me disseram – 2 de 4
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Olá a todos,

Continuo a partilhar coisas significativas que o Pai, o Senhor ou um anjo me disseram e que me mudaram completamente...
 
A perspetiva de um anjo sobre a adoração
Eu trabalhava numa mega-igreja, e devido à minha posição, o pastor gostava que nos sentássemos na 2.ª ou 3.ª fila atrás dele. Isto é relevante porque, na altura, a igreja reunia-se numa arena de basquetebol, com o campo temporariamente coberto por alcatifa, e a congregação sentada nas bancadas, olhando para baixo. À esquerda estava a equipa de louvor, no centro o púlpito e à direita um espaço livre, reservado para o apelo ao altar.
 
Durante o louvor, os meus olhos abriram-se subitamente para o reino do Senhor. Tal como aconteceu com Eliseu e o seu servo em II Reis 6:15-17, que viram tanto o exército natural como o exército angelical à sua volta, também eu consegui ver ambos os reinos ao mesmo tempo. É assim que geralmente acontece comigo — vejo os dois reinos em simultâneo.
 
Enquanto a equipa de louvor tocava e cantava à minha esquerda, ali mesmo à minha frente, naquele espaço aberto, estavam cerca de 50 ou 60 anjos a dançar juntos, acompanhando a adoração da equipa e da congregação. O que mais me marcou foi a sua inocência infantil. Pareciam homens jovens, com cerca de 30 e poucos anos, mas com a doçura e inocência de crianças pequenas.
 
Sem dúvida já viste meninos e meninas em idade de infantário a brincar juntos, e percebeste que não fazem ideia das diferenças entre rapazes e raparigas. No entendimento deles, o conceito de género nem sequer existe — era assim que aqueles anjos eram, embora parecessem homens nos seus 30 anos.
 
Olhei para a equipa de louvor e era evidente que não faziam ideia do que se estava a passar. O meu anjo da guarda estava de pé nos degraus da primeira fila, abaixo de onde eu estava. Olhei para ele e, naquele momento, ele virou-se para me encarar. Perguntei: "Vocês dançam?!" E a resposta dele mudou para sempre a minha forma de ver as coisas:
 
"Aquilo que é dado do céu é apreciado em ambos os reinos."
Cerca de 10 anos antes, o Senhor tinha-me permitido uma visita ao céu. Passámos por duas crianças pequenas a brincar, acompanhadas por 14 familiares — todos de uma geração ou mais acima: avós, tios, tias, e até "bis" de cada lado, até cerca de 4 gerações. Mas os pais não estavam lá. Perguntei porquê, e foi-me dito que aquelas crianças tinham morrido num acidente de carro, e os pais ainda estavam na Terra.
 
Ele disse: "Sempre que possível, as crianças são criadas por familiares aqui no céu." Perguntei por uma referência bíblica, e Ele respondeu:
"Não leste Efésios 3:14-15, que diz: ‘Por causa disso, me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, do qual toda a FAMÍLIA nos céus e na terra toma o nome’? Só há uma família. Não importa se no céu ou na Terra, é uma só família."
 
Muitos escreveram livros, ensinamentos, canções, poemas e mais, verdadeiramente inspirados pelo céu, mas que talvez nunca sejam vistos por outros nesta vida. Alguns têm a certeza de que o Senhor lhes disse que a sua obra será vista por muitos, mas isso não acontece e ficam confusos. Se foi dado do céu, então numa futura Era essas coisas serão vistas, lidas, ouvidas e cantadas por outros — o teu dom cumprirá o seu propósito, ainda que não nesta era. Mas continua a ser algo vindo do céu, por isso, anima-te!
 
O Chris e a sua recompensa...
O nosso filho mais velho, Chris, nasceu por cesariana de emergência, com o cordão umbilical enrolado ao pescoço, o que causou lesões cerebrais. Ao escrever isto ele tem 44 anos, mas mentalmente tem cerca de 4, com a inocência de uma criança. Esteve em casa até aos 24, mas quando os irmãos mais novos foram para a universidade, percebemos o quanto eles ajudavam — a sua ausência levou-nos a reconhecer que já não conseguíamos cuidar do Chris e trabalhar ao mesmo tempo.
 
Tomámos a decisão mais difícil das nossas vidas: colocá-lo numa casa de acolhimento. Após muita procura, encontrámos uma instituição cristã a cerca de duas horas de distância. Na noite em que ligaram a dizer que tinham vaga, a Barb e eu chorámos muito, sentindo-nos as piores pessoas do mundo, até que ela adormeceu. Fiquei acordado a falar com o Pai. Pensei: "Pai, põe em mim os danos cerebrais dele", mas logo corrigi esse pensamento, lembrando-me de que Jesus já fez isso. Depois repeti o que a Barb e eu tínhamos orado antes: "Se não o vais curar, então leva-o. Já estivemos no céu, sabemos para onde ele vai — preferimos sentir a sua falta durante 50 anos na Terra se isso significar que ele estará livre do seu corpo danificado."
 
De repente, Jesus apareceu no quarto.
Não me saudou como costuma fazer, apenas começou a falar: "Queres que o Chris perca a plenitude da sua recompensa por Eu o levar antes do tempo, só porque vocês se sentem mal por o terem posto numa casa de acolhimento?" "Não, Senhor, desculpa, não tinha pensado na recompensa do Chris. (Nós) queremos que ele tenha a plenitude da sua recompensa, mas com duas condições: que não sofra abusos nem negligência." Com um simples aceno de cabeça, Ele disse: "Feito." E desapareceu.
 
Hoje, o Chris está lá há mais de 22 anos. Foi muito difícil no início, mas agora gosta da casa de acolhimento durante a semana, e de vir para casa às sextas-feiras, quando diz ao pessoal: "O pai vem na sexta!" Adora os jantares de sexta à noite que a Barb lhe faz, e dormir até tarde no sábado. Costuma ficar na cama a ver os seus programas preferidos em DVD. Levo-o de volta ao sábado à tarde.
 
Um dia, enquanto íamos à cidade fazer recados e a sua lista de reprodução tocava no carro, suspirei interiormente por ouvir as mesmas músicas infantis há mais de 40 anos. Ele parou mentalmente aos 4 anos, e tem sido sempre assim. Disse dentro de mim: "Pai, estou tão cansado do Donut Man, Veggie Tales e Barney. Anseio por uma relação adulta com o meu filho."
 
Subitamente, enquanto conduzia, vi um ecrã como uma televisão à frente do carro. A cena era a seguinte:
 
Estava no céu, ao lado do Chris, que estava sentado e a falar com muitas pessoas sentadas no chão à sua frente. Só via o topo da cabeça e os ombros do Chris, pois estava junto ao seu ombro esquerdo. Mas ele era de tamanho normal — não como agora na cadeira de rodas. Eu tenho 1,98 m e ele teria a minha altura se fosse "normal", mas herdou a estrutura óssea grande do lado da Barb. Fiquei impressionado com o quão grande ele é no céu.
 
Eu perguntei: "Pai, o que estou a ver?"
"Estás a ver o Chris no céu."
"O que está ele a fazer?"
"Está a contar às pessoas como foi estar preso num corpo imperfeito e danificado, a contar-lhes sobre a sua vida, o que pensava e o que aprendeu em diferentes momentos da sua vida."

Depois a visão desapareceu.
 
Foi a bondade do Pai a encorajar-nos a mim e à Barb a não nos cansarmos de fazer o bem, porque esta vida não é tudo o que existe.
 
Um dia o Chris será completo. Ama o Senhor, e está perfeitamente contente por esperar até ao céu para ser restaurado — o que é frustrante para nós, os pais — mas é onde ele está na sua fé. Somos uma só família no céu e na terra. O que é dado do céu é desfrutado em ambos os reinos.
 
Incluo isto para encorajar todos, quer tenhas perdido alguém para o céu, quer cuides de uma "criança especial", ou de alguém que antes era "normal" mas agora está em declínio ou sofreu uma lesão. Esta vida não é tudo. Há um futuro celestial, pois, no panorama eterno, esta vida é apenas uma pequena parte da nossa vida eterna e das eras que hão de vir. Aprendamos o que pudermos, desenvolvamos o carácter de Cristo e andemos com Deus. Conhece o que conseguires, mas aceita com paz que "as coisas secretas pertencem a Deus" (Deuteronómio 29:29).
 
Mais coisas que me foram ditas na próxima semana. Até lá, bênçãos,
John Fenn
cwowi.org | Email: [email protected] ou [email protected]
 

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Coisas que o Pai, o Senhor ou os anjos me disseram – Parte 1 de 4

6/21/2025

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Things the Father, Lord, or angels have told me 1/4
Coisas que o Pai, o Senhor ou os anjos me disseram – Parte 1 de 4
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Olá a todos,
 
Senti-me guiado a partilhar algumas coisas que me foram ensinadas e que tiveram um grande impacto na minha vida. Não necessariamente por ordem cronológica, embora comece pelos meus anos de adolescência.
 
Uma das primeiras coisas que estudei, com 16 anos, foi o ministério de Jesus.
Percebi que, onde quer que Ele fosse, obtinha os melhores e mais elevados resultados possíveis para cada situação. Não estava a focar-me no que Ele dizia ou fazia, mas sim no contexto em que o fazia ou dizia algo, especialmente nas pessoas que estavam à sua volta. Por vezes, Ele era muito limitado pelas pessoas. Por exemplo, quando a Sua terra natal O rejeitou, Marcos 6:5-6 diz:
 
“E não podia fazer ali obras maravilhosas; somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. E estava admirado da incredulidade deles. E percorreu as aldeias vizinhas, ensinando.”
 
Enquanto refletia sobre este facto, e como essa mesma circunstância se repete nos nossos dias, pensei exatamente assim:
“Mesmo quando limitado pela incredulidade dos outros, Jesus conseguiu ainda assim fazer 100% do que Lhe era possível naquela situação. E a solução para a incredulidade é um ensino equilibrado, guiado pelo Espírito, e uma vontade de aceitar mudança.”
O Pai interrompeu imediatamente os meus pensamentos, dizendo:
 
“Jesus é 100% a minha Palavra, por isso obteve 100% dos resultados onde quer que fosse, conforme Lhe era permitido. Portanto, a quantidade da Palavra (inspirada pelo Espírito) permitida numa dada situação está diretamente proporcional aos resultados.”
 
Naquela altura da minha vida estava a ter aulas de Química no secundário, e a expressão “diretamente proporcional aos resultados” era frequentemente usada. Significa que as ações de alguém e os resultados estão diretamente relacionados. Ou seja, há duas variáveis diretamente ligadas, e o resultado (na química) é previsível.
 
Neste contexto, Jesus é uma das variáveis, pois João 3:34 diz que o Pai Lhe deu o Espírito “sem medida”. Assim, com Jesus, porque tinha o Espírito sem medida, tudo era possível. (Já nós, segundo I Coríntios 12:1, recebemos o Espírito com limitações.) A outra variável era o Seu público, que neste caso estava cheio de incredulidade. Não era falta de fé – era incredulidade ativa. Seguindo a direção do Pai, Jesus conseguiu obter o melhor e mais elevado resultado possível num ambiente cheio de incredulidade. Estava extremamente limitado, mas ainda assim alcançou o melhor possível para aquela situação.
 
Isso marcou o rumo da minha vida de uma forma que na altura nem percebi. Significava, por exemplo, que se estivesse a ensinar pessoas que não acreditavam na cura, teria de limitar o meu ensino e não falar disso. Ou, se o fizesse, sabia que seriam desafiadas. Mas mesmo assim, nessa situação hipotética que imaginava com 16 anos, o Pai mover-se-ia através de mim para alcançar o melhor e mais elevado resultado possível.
Significava que eu nunca deveria simplesmente criar uma mensagem por iniciativa própria, mas esperar direção sobre o que o Pai queria que ensinasse ou fizesse – e assim alcançaria os resultados mais elevados que Ele queria em cada situação.
 
Decidi ali, naquele momento, no meu coração, que seria como Jesus – fazendo apenas o que via o Pai fazer, partilhando apenas o que o Pai lhe ensinava.* Fiquei determinado em alcançar 100% dos resultados possíveis em qualquer situação, como o Senhor fazia (e ainda faz). Também vi em Marcos 4:33 que Jesus “...Jesus lhes anunciava a palavra, tanto quanto podiam receber.” Há uma linha muito ténue entre ultrapassar esse limite e respeitá-lo. Conforme eram capazes de o receber. Ponto chave! *João 5:19,30
 
Algo interessante em que pensar, e que eu e a Barb ainda hoje falamos sobre o futuro:
Eu tinha 16 ou talvez já tivesse feito 17 anos:
Pai: “Quando receberes o teu corpo glorificado, verás que ele não está sujeito às leis naturais da terra.”
Eu: “O que queres dizer com isso?”
Pai: “Se quiseres andar, podes andar. Se quiseres correr, podes correr. Se quiseres flutuar, podes flutuar. Se quiseres voar, podes voar. Se quiseres estar nalgum lugar, podes estar lá à velocidade do pensamento.”
 
Anos depois, quando me estava a condenar por algum pecado pelo qual já tinha pedido perdão...
Estava a citar I João 1:9, que diz:
“Se confessarmos (admitirmos) os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.” Estava a agradecer ao Pai por me ter perdoado, enquanto conduzia num dia de sol, e dizia especificamente:
“Obrigado Pai por seres fiel para comigo, obrigado Pai por seres fiel para comigo e me perdoares...”
quando o Pai interrompeu a minha oração de gratidão:
 
“Eu não estou a ser fiel para contigo. Estou a ser fiel à obra do meu Filho na cruz.”
 
Uau, isso mudou-me. Percebi que o meu pecado não tinha nada a ver com isso. Não havia nenhum “lançar da moeda celestial” para ver se Ele perdoava ou não.
O peso que eu sentia era o meu próprio espírito “ferido” e a precisar de tempo para se recompor da mancha do pecado, ainda que o pecado em si tivesse sido imediatamente perdoado.
A “ferida” que permanecia servia para que eu aprendesse a lição – assim como o Pai deixa que nos lembremos da nossa vida antes de Cristo, para que possamos recordar e valorizar a Sua graça, e não voltemos ao passado.
Se alguém “fere” repetidamente o seu espírito (é a melhor forma de descrever), acaba por perder a sensibilidade a esse pecado, chegando ao ponto descrito por Paulo, em que certos pecadores “perderam toda a sensibilidade”. Essa sensibilidade pode ser restaurada, mas requer abstinência do pecado e foco em andar no Espírito.
 
Anos mais tarde, voltei a agradecer-Lhe...
Desta vez, estava novamente a agradecer-Lhe por ser fiel à obra de Jesus na cruz, tal como é descrito em 1 João 1:9. Estava a condenar-me outra vez. (Sou o meu pior inimigo, sempre fui, embora tenha suavizado com os anos.)
Dizia ao Pai: “Pai, eu já devia saber melhor, lamento tanto, nesta fase da minha vida já devia saber que não devia pecar, lamento tanto, Pai.”
De repente, o Pai interrompeu, referindo-se a I João 1:9:
 
“Repara que ele disse ‘nós’. Se nós confessarmos os nossos pecados.”
Reagi de imediato, espantado ao perceber que o apóstolo João, já idoso, por volta do ano 95, pouco antes da sua morte, escreveu:
“Se nós confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.”
Mesmo nessa altura, ele ainda pecava. Podia ter escrito: “Se vocês confessarem os vossos pecados...”, mas escreveu: “Se nós confessarmos...”. Uau. Isso mudou-me.
 
Mais uma vez percebi que o Pai está a ver o panorama geral. Que nos convida a chamá-Lo de Pai, sabendo que enquanto estivermos nestes corpos frágeis e propensos ao pecado, iremos pecar durante toda a vida — tal como o grande apóstolo escreveu. Se nós confessarmos os nossos pecados...
 
Por volta de 1989, Jesus disse isto…
Foi durante uma visita sobre outro tema, e Ele virou-se para sair, mas depois voltou-se de novo.
Normalmente, durante as visitas, Ele sai virando-se, dá um passo, depois o segundo, e ao levantar a perna para o terceiro, simplesmente desaparece. Eu sei que, nesse momento, Ele está a pousar esse pé noutro quarto, numa reunião, ou onde for.
 
Mas desta vez, deu um passo e parou, virou-se e disse:
“Sabes, as pessoas são salvas por causa de Efésios 2:6.”
Eu sabia o que diz Efésios 2:6:
“(O Pai) ressuscitou-nos e fez-nos assentar com Ele nos lugares celestiais em Cristo Jesus.”
Então perguntei: “O que queres dizer com isso?”
 
Ele respondeu em parte:
“As pessoas são salvas por vários motivos – passam por crises ou traumas e procuram-Me, ou estão à procura da verdade e o Pai atrai-as a Mim. Efésios 2:6 representa a vossa justiça e autoridade em Mim.” Depois virou ligeiramente a cabeça e sorriu largamente: “Mas o Pai e Eu salvamos-te por causa do versículo 7!” E virou-se e foi embora, desaparecendo no terceiro passo.
 
O versículo 7 continua:
“Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da Sua graça, pela Sua bondade para connosco em Cristo Jesus.”
Os séculos vindouros… o Pai e o Senhor estão a ver o grande plano – quando tivermos corpos glorificados que não podem pecar, e por isso não teremos qualquer desejo de pecar. Espírito, alma e corpo serão um só em justiça, para sempre.
 
Graça maravilhosa! E oro para que esta menagem vos transmita essa sensação do amor e da graça do Pai para connosco – especialmente se fores como eu, o teu pior inimigo…
Continuarei na próxima semana. Até lá, bênçãos,
 
John Fenn
cwowi.org, email [email protected] ou [email protected]
 
 
 

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Sobre Demónios, 3/3, Portas Abertas

6/14/2025

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About Demons, 3/3, Open doors. 
Sobre Demónios, 3/3, Portas Abertas.
 
Olá a todos,
 
Na semana passada partilhei a parábola mais importante que Jesus ensinou, a qual revela as únicas cinco categorias de ataque que Satanás pode trazer: pressões da vida e opiniões contra nós (perseguições), provocadas pela porta aberta daquela pessoa que não está enraizada e fundamentada no amor incondicional. E o amor pelas coisas do mundo, o engano de correr atrás do dinheiro e do estatuto, e os desejos por bens materiais, acontecem a um crente que permite que estas “ervas daninhas” cresçam no seu coração ao lado de Jesus e da Sua obra no seu coração. Ambas as situações abrem portas a ataques demoníacos.
 
Os demónios usam frequentemente pessoas à nossa volta
Dentro dessas cinco categorias surgem os ataques, muitas vezes através de pessoas que conhecemos. Muitos de nós já percebemos momentos em que estávamos sob ataque demoníaco: um demónio de contenda entra numa relação — percebe-se quando uma simples diferença entre amigos ou familiares escala para discussões e ressentimentos profundos, por exemplo. Sonhos estranhos que não vieram de algo que vimos na televisão, num filme ou num livro. Coisas assim são, na minha experiência, ataques trazidos por um demónio, que está a testar se há uma brecha para algo maior na vida da pessoa, ou para simplesmente nos importunar.
 
Esses ataques vêm e vão, porque os demónios são indivíduos que procuram constantemente uma entrada neste mundo natural (e não conseguem ler os teus pensamentos). Em Lucas 4:13 diz-se sobre Satanás: “E, acabando toda a tentação, ausentou-se dele por algum tempo.” No grego diz assim: “... afastou-se até um tempo mais oportuno.” Pode dizer-se que, quando Jesus dormia no barco durante a tempestade, foi um momento em que Satanás o tentou matar. Podemos também olhar para a Sua primeira mensagem na sua terra natal, quando tentaram atirá-lo de um precipício (Lucas 4:29), e mais tarde, em João 8:59, quando quiseram apedrejá-lo. Satanás procura uma oportunidade enquanto vivemos o nosso dia-a-dia.
 
Um dos melhores exemplos de demónios a usarem pessoas próximas de nós é como Satanás usou Judas para trair Jesus, mostrando que muitas vezes o diabo usará alguém próximo. “Não vos escolhi a vós os doze? E um de vós é um diabo.” (João 6:70; 13:27). Satanás também tentou usar Pedro contra Jesus. Lembramo-nos da insistência de Pedro, em Mateus 16:23, de que Jesus não deveria ir para a cruz — uma tentação à qual Jesus respondeu: “Afasta-te de mim, Satanás.” Satanás não consegue alcançar o nosso espírito diretamente, por isso tem de nos atacar pelo exterior, através de outras pessoas.
 
Isto está de acordo com 1 Pedro 5:8, que diz: “⁸ Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar”. A construção da frase sugere permissão. No grego diz: “Procurando a quem devorar.”
 
Mas não devemos temer os demónios ou os seus ataques
Jesus foi claro: “Aqueles que crerem, em meu nome expulsarão demónios...” (Marcos 16:17). Ele nunca disse para Lhe pedirmos que os expulsasse. De facto, Paulo teve de aprender isso quando um “mensageiro de Satanás” lhe foi atribuído para impedir que as suas revelações abundantes sobre o Senhor e o que temos em Cristo se tornassem conhecidas. (Recorda-te de Marcos 4: o diabo vem para roubar a Palavra semeada nos nossos corações). Paulo ouviu três vezes: não, o Senhor não o tiraria. Tinha de aprender a lidar com demónios como todos nós — mandando-os embora. Simplesmente obedece a Jesus: firma a tua vontade, e depois ordena aos espíritos que te atacam que saiam em nome de Jesus. (II Coríntios 12).
 
Quando um demónio usa alguém para me atacar, e eu percebo que é mais do que um conflito de personalidades, eu declaro:
“Ordeno ao espírito que está a usar _______________ contra mim que pare e seja expulso em nome de Jesus. Se ____________ quiser continuar contigo, ordeno que não fales nem o/a uses contra mim em nome de Jesus.”
Depois, peço ao Pai que ponha um distanciamento entre nós e que envie proteção angelical. E resulta sempre.
 
Deixar de acreditar na mentira
Voltamos a Génesis e à forma como Satanás entrou neste mundo enganando Eva e levando Adão a cometer traição. (1 Timóteo 2:14 e Oséias 6:7 dizem que ele não foi enganado — transgrediu o pacto de forma consciente). Nessa cena de Génesis 3, Satanás apresentou uma mentira antes de eles pecarem. Aprende isto: Acreditar numa mentira antecede o pecado. Se uma pessoa tem um problema com o pecado, pode-se rastrear o problema até uma mentira que acreditou — muitas vezes sem se aperceber que era uma mentira.
 
Vemos isto hoje — quase sempre há uma mentira tomada como verdade, e depois vem o pecado. Alguém pode acreditar na mentira: “Nasci assim”, e entra num estilo de vida sexual contrário a Deus. Outro pode acreditar: “Sou feio/a”, e começa a passar fome ou a comer até à obesidade. Um jovem pode entrar nas forças armadas ou no mundo empresarial não por si, mas porque acredita na mentira de que se fizer aquilo, o pai ou a mãe finalmente se orgulharão dele.
 
Um homem ou mulher a lutar contra a pornografia precisa de voltar à primeira vez que viu imagens do género, muitas vezes em criança, ou a uma experiência precoce, e descobrir a mentira que lhe foi apresentada: “É para isto que servem as mulheres”, ou “A culpa foi minha”, ou “Não faz mal ver isto se elas se oferecem assim” — percebes o que quero dizer. O mesmo se aplica à comida: “Sinto-me sempre melhor com um gelado” ou o contrário: “Estou demasiado gordo/a e odeio-me, por isso não posso comer”.
 
Alguém pode acreditar que é feio e que nunca será nada na vida — e essa mentira abre a porta a outras mentiras mais fortes, todas elas espíritos, uma porta atrás da outra. “Nunca serei nada na vida” dá entrada ao desespero, depois ao desânimo, autoaversão, ódio, desespero profundo, depressão, suicídio. Tudo em cadeia.
 
Para ser liberto e curado emocionalmente, a pessoa tem de deixar de acreditar das mentiras que acreditou.
Em João 8:44 Jesus disse que quando Satanás mente, fala do que é seu — mas são precisos dois para haver acordo. Quando alguém concorda com a mentira de Satanás, permite a entrada de demónios na sua vida, e para essa pessoa, a mentira passa a ser uma “verdade”. Quanto mais mergulha na sua “verdade”, mais desce à escuridão.
 
É como uma árvore grande cheia de frutos. As pessoas tentam melhorar arrancando os frutos — renovar a mente sobre cura é um fruto. Aprender sobre danos emocionais é outro. Aprender sobre exercício físico ou nutrição pode ser outro fruto na árvore da pessoa que procura cura emocional ou física. Procuram formas para que o Senhor os cure, arrancando apenas os frutos, mas sem tocar na raiz.
 
A verdade é que, por baixo da terra (no coração, invisível), está um sistema de raízes. No fundo do coração, há uma mentira em que acreditaram quando eram mais novos. Se essa pessoa parar de se distrair com os frutos e for até à mentira que acreditou — o tronco que alimenta os frutos — pode ser curada e liberta. Por isso, trata da raiz primeiro, não do fruto.
 
É muitas vezes um processo de desfazer camadas de mentiras, uma a uma, ao longo do tempo. Mas, uma vez que compreendas que as mentiras precedem os pecados, encontras as chaves para desbloquear a cura e a libertação, fechando para sempre a porta às mentiras de Satanás. Uma pessoa não pode agarrar-se à mentira e à verdade ao mesmo tempo e esperar ser curada ou liberta. Tiago diz que uma mente dividida não pode receber nada do Senhor (Tiago 1:6-7).
 
Há muito mais a dizer sobre este tema. Mas retém isto: os demónios são apenas indivíduos que vêm roubar Cristo e a Sua obra do teu coração. A tua vontade é soberana e mais forte que qualquer demónio — nem Deus te pode obrigar a fazer algo. Milhões de pessoas no mundo, que nem conhecem Deus, firmam a sua vontade e só com força de vontade vencem vícios demoníacos e problemas mentais todos os dias. A força de vontade mostra aos demónios que não vais voltar atrás. O nome de Jesus reforça isso — mas tens de firmar a tua vontade.
 
Novo tema para a semana. Até lá, bênçãos,
John Fenn
cwowi.org – escreve-me para [email protected] ou [email protected]
 

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Sobre demónios, 2/3. As únicas 5 coisas que Satanás pode usar.

6/7/2025

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About demons 2/3. The only 5 things Satan can use.
Sobre demónios, 2/3. As únicas 5 coisas que Satanás pode usar.
 
Olá a todos,
 
Sabiam que existem apenas 5 áreas pelas quais o Adversário nos pode atacar?
 
As únicas 5 formas de ataque de Satanás
Em Marcos 4, Jesus conta a Parábola do Semeador e, no versículo 13, começa a explicá-la com esta declaração: "Vocês não entendem esta parábola? Como, então, compreenderão todas as outras?” Esta parábola é a chave para compreender todas as parábolas de Jesus. Deixem que esta afirmação de Jesus penetre no vosso coração: se não compreendermos esta parábola, não compreenderemos nenhuma das outras. Ela contém o código para interpretar todas as parábolas nos evangelhos — e até algumas passagens do Antigo Testamento, à luz do Novo. Isto porque ela revela o que Satanás pode fazer, como o faz, e como o Reino de Deus cresce dentro de nós.
 
A parábola fala de um agricultor que semeia sementes na terra, do tipo de solo, e do que acontece à semente.
 
No versículo 14, Jesus diz que o semeador semeia a Palavra. Agora, lembremo-nos que o Novo Testamento ainda não estava escrito. O que entendiam os discípulos por “Palavra”? Recordemos João 1:1 e 1:14 “No princípio era o Verbo (a Palavra), e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... e o Verbo fez-se carne e habitou entre nós.” Quando ouviram “a Palavra” nesta parábola, sabiam que Jesus estava a falar de Si próprio. Devemos fazer o mesmo ajuste. A Palavra é Jesus semeada no coração de uma pessoa - ela nasce de novo, Cristo vive nela, a esperança da glória.
 
Satanás tenta roubar Jesus e a Sua obra do nosso coração
Jesus revela as 5 formas como Satanás ataca: “A Palavra (Cristo Jesus) é semeada em solo rochoso, e brota por um tempo, mas como não têm raiz em si mesmos, em lhes chegando a angústia (circunstâncias) ou a perseguição (opiniões alheias) por causa da palavra, logo se escandalizam.
 
Notem que as circunstâncias e as opiniões dos outros vêm para roubar Cristo e a Sua obra em nós. Não se trata apenas de ti — trata-se de Cristo em ti. Mas a porta de entrada para o inimigo é interna:
“…porque não têm raiz em si mesmos.”
 
A Bíblia interpreta-se a si mesma. Em Efésios 3:17-18 lemos que, se estivermos enraizados e fundados no amor (ágape), seremos capazes de compreender o amor de Cristo — que ultrapassa o mero conhecimento intelectual.
 
Pessoas que, na sua infância ou vida atual, não conheceram amor incondicional, desenvolvem uma fragilidade interior que as torna vulneráveis às circunstâncias e à opinião dos outros. A falta de amor incondicional durante a infância gera uma insegurança interior, que as faz tropeçar quando enfrentam pressão ou rejeição.
 
Talvez alguns leitores também tenham sofrido — ou ainda sofram — com a ausência de amor incondicional. Isso significa que não estão enraizados nesse amor, e por isso vacilam em tempos difíceis ou quando são contrariados — Satanás vê essa insegurança, essa carência de amor, e traz medo, dúvida, confusão, preocupação... tudo devido ao desconhecimento do amor incondicional de Cristo. Saber mentalmente que Deus te ama não é o mesmo que viver seguro nesse amor. Talvez saibas que Jesus te ama, mas tens medo do Pai por causa da figura de um homem cruel na tua vida? Conhecer verdadeiramente o Pai leva tempo — mas é esse conhecimento que te trará segurança.
 
Jesus depois menciona 3 fatores externos usados por Satanás – mas a porta de entrada continua no coração
“E outra parte da semente (Cristo no coração) caiu entre espinhos…” Lembremos que a terra representa o coração humano, onde nascem coisas boas — trabalho, família, amigos. Mas também crescem ervas daninhas — os espinhos, que o próprio indivíduo permite crescer ao lado da Palavra, à medida que vive. Jesus explica:
 
“...entre espinhos. Mas os cuidados deste mundo (preocupações com o mundo), o engano das riquezas e os desejos por outras coisas entram na vida da pessoa e sufocam a Palavra que tinha sido semeada no coração, tornando-a infrutífera.”
 
Estes três não têm origem numa carência de amor. A pessoa pode estar enraizada e fundamentada no amor, mas permite que estas ervas daninhas cresçam ao lado de Cristo no seu coração. Lentamente, estas coisas sufocam a vida de Deus dentro dela. Querem Jesus, mas também amam o mundo — e buscam as suas coisas.
 
Assim, aqui estão os 5 ataques: Aflições (circunstâncias difíceis), Perseguições (opiniões alheias), Cuidados deste mundo (preocupações terrenas), Engano das riquezas, Desejo por outras coisas
Todo o ataque do inimigo na tua vida cairá numa destas cinco categorias.
 
O que eu veja são duas soluções. A primeira é enraizar-te no amor incondicional do Pai.
Faz isso através de conversa com Ele, voltando o teu foco para o teu espírito, aprendendo a escutar a Sua presença dentro de ti. Acorda a dizer “Obrigado, Pai”, e durante o dia reconhece-O em todas as coisas boas e inesperadas. Nos momentos difíceis, pergunta-Lhe o que quer ensinar-te. Com o tempo, ficarás firmemente enraizado nesse amor, e como diz Efésios 3:15-17, serás fortalecido com poder pelo Seu Espírito no homem interior. Saberás que o Pai te ama, te conhece, comunica contigo através da Sua presença e paz.
 
Em segundo lugar, arrancar os desejos do coração pelas coisas do mundo. Deixa de viver uma vida centrada no mundo e apenas “adicionares Jesus” como um acessório. Em vez disso, reorganiza o teu coração para que tudo gire em torno do Pai e de Jesus — e então reorganiza a tua vida com base nisso. Vive para procurar e crescer em Cristo.
 
Se lidares com estas duas questões fundamentais no teu coração, fecharás as portas ao diabo. Ele ainda pode tentar atacar, mas será à distância, ou através de outras pessoas — porque já não poderá aproximar-se de ti como antes, pois fechaste as portas do teu coração e da tua mente nessas áreas.
 
Como se arrepende e se recua do apego ao mundo, às riquezas e ao desejo por coisas? Como Moisés, que, segundo Hebreus 11:25-27, “preferiu ser maltratado com o povo de Deus a desfrutar por um pouco do prazer do pecado, considerando os insultos por amor de Cristo como uma riqueza maior do que os tesouros do Egito, porque tinha em vista a recompensa (o céu)”. É um arrependimento simples, interior, seguido de disciplina aplicada: viver dentro das tuas possibilidades, recuar do orgulho e do ego — o que só é possível com uma revelação mais profunda de Deus. Uma vez que verdadeiramente O conheças, tudo o resto perde o brilho.
 
Na próxima semana concluímos este tema. Até lá, bênçãos,
John Fenn
cwowi.org e contacta-me através de [email protected] ou [email protected]
 

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