The Mosaic law wasn't made for the righteous, 1/3
A Lei Mosaica não foi feita para os justos, 1/3
Olá a todos,
Quando eu era Ministro na Universidade do Colorado, em Boulder, tive contacto com uma igreja local da Church of Christ que ensinava que, a menos que uma pessoa fosse batizada nas águas na igreja deles, não iria para o céu. A única concessão era que talvez fosse aceitável se a pessoa tivesse sido batizada numa das outras igrejas Church of Christ da mesma denominação, mas mesmo assim, disseram-me que, quando essas pessoas se mudavam para Boulder, precisavam de ser batizadas novamente, só por precaução.
Os carismáticos têm as suas próprias regras religiosas. São particularmente bons a usar medo e fórmulas. O medo é usado quando dizem coisas como: “Se faltares ao culto de amanhã, vais abrir uma porta ao diabo.” Na verdade, podem preencher o espaço em branco com qualquer coisa: se faltares ao culto de amanhã “as tuas orações não serão respondidas”, “não vais ser curado”, “não vais conseguir pagar as contas”, e por aí fora.
As fórmulas incluem: declarar e decretar, ou colocar o pano de oração ungido do pregador televisivo debaixo da almofada durante 7 dias e no 8.º dia enviá-lo de volta juntamente com a tua melhor oferta, e então as tuas orações serão respondidas. Ou então os chamados tribunais do céu, ou “pleitear o sangue” (em vez de simplesmente nos aproximarmos com confiança do trono e/ou obedecermos a Jesus expulsando demónios). Existem todo o tipo de fórmulas criadas pelo homem que permitem às pessoas colocar a fé naquilo que estão a fazer, em vez de a colocarem no Senhor.
Jesus e os fariseus
É geralmente aceite que a Lei de Moisés contém 613 mandamentos. Os fariseus (em hebraico: “os separados”) formaram-se como uma seita judaica cerca de 150 anos antes de Jesus, como parte de um avivamento do judaísmo sob domínio grego. Na época de Jesus, já tinham acrescentado cerca de 800 leis próprias para determinar como a Lei de Moisés deveria ser praticada. Jesus nunca teve qualquer problema com a Lei de Moisés; apenas com a lei dos fariseus.
Em João 5:9-10, o homem que tinha estado paralítico durante 38 anos foi curado e recebeu a ordem de pegar na sua enxerga e andar. O versículo diz especificamente que era sábado e que era ilegal fazer o trabalho de carregar uma cama ao sábado. Essa lei não fazia parte da Lei de Moisés, mas sim da lei dos fariseus. A Lei de Moisés, em Êxodo 20:8-11, limita-se a dizer que não se deve trabalhar. Foram os fariseus que debateram o que constituía “trabalho” e determinaram que carregar um colchão de dormir ao sábado era contra a lei.
Do que eles eram culpados era de elevar as suas próprias leis acima da Lei de Moisés, e é precisamente isso que Jesus condenou — e continua a condenar até hoje — em todas essas leis criadas pelos homens. Jesus afirmou ainda, em Marcos 7:9 e 13, que eles elevavam as suas tradições acima da Lei de Moisés para poderem guardar as suas próprias regras e ignorar a Lei de Deus, tornando assim a Palavra de Deus sem efeito. Pensem nisso: regras feitas pelo homem tornam a Palavra de Deus sem efeito. Se praticarmos fórmulas humanas, anulamos a Palavra (Jesus) na nossa vida — porque Ele e o Espírito estão em perfeita concordância. Se fazemos algo que não vem d’Ele, o Espírito não está connosco nisso.
Paulo escreveu a Timóteo: “Sabendo isto: que a lei não foi feita para o justo...” I Timóteo 1:9
Paulo afirma que a Lei de Moisés não foi feita para os justos. Então porque foi dada?
Romanos 3:19 diz-nos que a lei foi dada: “...para que toda a boca seja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus.” Paulo prossegue explicando que o pecado já existia no mundo desde Adão até Moisés, mas Deus ainda não tinha definido para a humanidade o que era pecado e o que era justiça. Ele escreve sobre isso alguns capítulos mais à frente, em Romanos 5:12-14:
“Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram (em Adão); pois antes de ser dada a lei, o pecado já estava no mundo. Mas o pecado não é levado em conta quando não existe lei. Todavia, a morte reinou desde o tempo de Adão até o de Moisés, mesmo sobre aqueles que não cometeram pecado semelhante à transgressão de Adão …”
Paulo continua a explicar que a lei fornece o conhecimento do pecado. O ponto que ele queria transmitir a Timóteo era que, uma vez salvos desse pecado, a lei já não é para nós. Agora somos uma nova criação em Cristo; sabemos de que fomos salvos.
O argumento de Paulo em Romanos 7:7 é que a lei definiu o pecado: “...eu não conheceria o pecado senão pela lei. Eu não saberia o que é cobiçar, se a lei não dissesse: Não cobiçarás...”
Regras familiares, regras da igreja
Eu teria cerca de 9 ou 10 anos quando fui arrancado da cama, puxado pelo braço de um sono profundo, para ficar diante do meu pai furioso: “Eu disse-te para despejares o lixo antes de eu chegar a casa e não o fizeste! Agora vai imediatamente à cozinha e despeja o caixote do lixo!”
O meu pai costumava deixar-me tarefas para fazer quando saía de manhã para o trabalho e eu para a escola, esperando que estivessem feitas quando regressasse a casa. Naquele dia, esqueci-me do lixo. Usando a ilustração de Paulo: eu nunca teria sabido que era minha responsabilidade despejar o lixo se o meu pai não me tivesse mandado fazê-lo. Se eu tivesse visto o caixote cheio e, por iniciativa própria e bondade de coração, o tivesse despejado, nunca teria conhecido a lei nem a ira da “lei do lixo” do meu pai, lol.
Quando ele me mandou cortar a relva do jardim e eu não o fiz naquela outra vez, também recebi a sua ira (justa). SE eu tivesse cortado a relva porque vi que estava demasiado alta e precisava de ser cortada, nunca teria conhecido a “lei da relva”. Nunca teria experimentado a ira dele. A ira que ele demonstrou por eu não ter despejado o lixo também era uma ira justa — uma ira que eu nunca precisaria de conhecer, e nunca teria conhecido, se simplesmente tivesse tomado a iniciativa de despejar o lixo.
Do ponto de vista do Senhor, o pecado já existia no mundo, mas Ele ainda não tinha definido para a humanidade o que era pecado. Mais tarde, Paulo disse em Atos 14:15-17:
“…vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, o mar, e tudo quanto há neles; O qual nos tempos passados deixou andar todas as nações em seus próprios caminhos. E contudo, não se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando-vos lá do céu, dando-nos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os nossos corações.”
Atos 17:30: “...Deus não tendo em conta os tempos da ignorância...” A versão King James diz que Deus “fechou os olhos” à ignorância deles — mas agora ordena que todos se arrependam.
A lei não foi feita para uma pessoa justa, mas para os sem lei, os ignorantes, os que não O conhecem.
Voltando à minha infância: muitas vezes me diverti muito com o meu pai. Lutávamos, acampávamos, ele ensinou-me as estrelas, como apertar a mão de um homem com firmeza, engraxar os sapatos, olhar as pessoas nos olhos, e muito mais. Eu vivia na sua graça 99% do tempo. Eu conhecia o seu verdadeiro carácter. A ira dele quando eu fazia algo errado não era a sua natureza, mas uma ira justa. O que Paulo dizia é que aprender a lei lhe ensinou o que era certo e errado. A lei, que devia mostrar o que é a vida, também lhe revelou a sua natureza pecaminosa. Quando eu quebrava a “lei do lixo” ou a “lei da relva” do meu pai (lol), aprendia o que era pecado (aos olhos dele) — aprendia que, 99% do tempo, eu estava certo e apenas tinha uma compreensão básica do “pecado” segundo o meu pai.
Antes de conhecermos o Senhor, muitos de nós éramos ignorantes. Sabíamos que não devíamos bater nos irmãos e sabíamos que era errado mentir. E dentro de nós sabíamos que andávamos à procura das grandes respostas: porque estou aqui? Qual é o meu propósito? E também: o que há de errado comigo para continuar a fazer o que é errado? Tornámo-nos conscientes do certo e do errado. Alguns de nós, que fomos à igreja, aprendemos os 10 Mandamentos, reforçando ainda mais essa consciência do pecado.
Paulo escreveu o seguinte em Gálatas 3:21: “Então, a lei opõe-se às promessas de Deus? De maneira nenhuma! Pois, se tivesse sido dada uma lei que pudesse conceder vida, certamente a justiça viria da lei. ²² Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, a fim de que a promessa, que é pela fé em Jesus Cristo, fosse dada aos que crêem.”
Se pudesse ter sido dada uma lei que produzisse vida, Deus teria dado essa lei. Extraordinário. Isso significa que não encontramos justiça na lei, porque nenhuma lei torna alguém justo. Pensem em todos os rituais, todas as fórmulas, todas as regras feitas pelo homem que criaram para vocês próprios ou seguiram porque alguém insistiu, para ganhar o favor de Deus ou levá-Lo a fazer alguma coisa por vocês. Ou ainda, coisas feitas para se tornarem mais “dignos” ou “justos” diante d’Ele.
SE existisse uma lei — algo que pudéssemos fazer — capaz de nos colocar em posição correta diante de Deus, então Ele teria dado essa lei. Em vez disso, na Sua sabedoria, revelou e definiu o pecado através da Lei de Moisés (sendo os 10 Mandamentos o resumo desses 613 mandamentos), para que todos fossem considerados culpados, e para que todos os que recebessem o remédio pudessem ser feitos justos: a fé em Jesus Cristo.
E é aí que continuaremos na próxima semana, para ver o que a lei realmente faz de bom por nós e como os nossos corações são firmados em Cristo Jesus.
Até lá, bênçãos,
John Fenn
cwowi.org e email: [email protected]
A Lei Mosaica não foi feita para os justos, 1/3
Olá a todos,
Quando eu era Ministro na Universidade do Colorado, em Boulder, tive contacto com uma igreja local da Church of Christ que ensinava que, a menos que uma pessoa fosse batizada nas águas na igreja deles, não iria para o céu. A única concessão era que talvez fosse aceitável se a pessoa tivesse sido batizada numa das outras igrejas Church of Christ da mesma denominação, mas mesmo assim, disseram-me que, quando essas pessoas se mudavam para Boulder, precisavam de ser batizadas novamente, só por precaução.
Os carismáticos têm as suas próprias regras religiosas. São particularmente bons a usar medo e fórmulas. O medo é usado quando dizem coisas como: “Se faltares ao culto de amanhã, vais abrir uma porta ao diabo.” Na verdade, podem preencher o espaço em branco com qualquer coisa: se faltares ao culto de amanhã “as tuas orações não serão respondidas”, “não vais ser curado”, “não vais conseguir pagar as contas”, e por aí fora.
As fórmulas incluem: declarar e decretar, ou colocar o pano de oração ungido do pregador televisivo debaixo da almofada durante 7 dias e no 8.º dia enviá-lo de volta juntamente com a tua melhor oferta, e então as tuas orações serão respondidas. Ou então os chamados tribunais do céu, ou “pleitear o sangue” (em vez de simplesmente nos aproximarmos com confiança do trono e/ou obedecermos a Jesus expulsando demónios). Existem todo o tipo de fórmulas criadas pelo homem que permitem às pessoas colocar a fé naquilo que estão a fazer, em vez de a colocarem no Senhor.
Jesus e os fariseus
É geralmente aceite que a Lei de Moisés contém 613 mandamentos. Os fariseus (em hebraico: “os separados”) formaram-se como uma seita judaica cerca de 150 anos antes de Jesus, como parte de um avivamento do judaísmo sob domínio grego. Na época de Jesus, já tinham acrescentado cerca de 800 leis próprias para determinar como a Lei de Moisés deveria ser praticada. Jesus nunca teve qualquer problema com a Lei de Moisés; apenas com a lei dos fariseus.
Em João 5:9-10, o homem que tinha estado paralítico durante 38 anos foi curado e recebeu a ordem de pegar na sua enxerga e andar. O versículo diz especificamente que era sábado e que era ilegal fazer o trabalho de carregar uma cama ao sábado. Essa lei não fazia parte da Lei de Moisés, mas sim da lei dos fariseus. A Lei de Moisés, em Êxodo 20:8-11, limita-se a dizer que não se deve trabalhar. Foram os fariseus que debateram o que constituía “trabalho” e determinaram que carregar um colchão de dormir ao sábado era contra a lei.
Do que eles eram culpados era de elevar as suas próprias leis acima da Lei de Moisés, e é precisamente isso que Jesus condenou — e continua a condenar até hoje — em todas essas leis criadas pelos homens. Jesus afirmou ainda, em Marcos 7:9 e 13, que eles elevavam as suas tradições acima da Lei de Moisés para poderem guardar as suas próprias regras e ignorar a Lei de Deus, tornando assim a Palavra de Deus sem efeito. Pensem nisso: regras feitas pelo homem tornam a Palavra de Deus sem efeito. Se praticarmos fórmulas humanas, anulamos a Palavra (Jesus) na nossa vida — porque Ele e o Espírito estão em perfeita concordância. Se fazemos algo que não vem d’Ele, o Espírito não está connosco nisso.
Paulo escreveu a Timóteo: “Sabendo isto: que a lei não foi feita para o justo...” I Timóteo 1:9
Paulo afirma que a Lei de Moisés não foi feita para os justos. Então porque foi dada?
Romanos 3:19 diz-nos que a lei foi dada: “...para que toda a boca seja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus.” Paulo prossegue explicando que o pecado já existia no mundo desde Adão até Moisés, mas Deus ainda não tinha definido para a humanidade o que era pecado e o que era justiça. Ele escreve sobre isso alguns capítulos mais à frente, em Romanos 5:12-14:
“Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram (em Adão); pois antes de ser dada a lei, o pecado já estava no mundo. Mas o pecado não é levado em conta quando não existe lei. Todavia, a morte reinou desde o tempo de Adão até o de Moisés, mesmo sobre aqueles que não cometeram pecado semelhante à transgressão de Adão …”
Paulo continua a explicar que a lei fornece o conhecimento do pecado. O ponto que ele queria transmitir a Timóteo era que, uma vez salvos desse pecado, a lei já não é para nós. Agora somos uma nova criação em Cristo; sabemos de que fomos salvos.
O argumento de Paulo em Romanos 7:7 é que a lei definiu o pecado: “...eu não conheceria o pecado senão pela lei. Eu não saberia o que é cobiçar, se a lei não dissesse: Não cobiçarás...”
Regras familiares, regras da igreja
Eu teria cerca de 9 ou 10 anos quando fui arrancado da cama, puxado pelo braço de um sono profundo, para ficar diante do meu pai furioso: “Eu disse-te para despejares o lixo antes de eu chegar a casa e não o fizeste! Agora vai imediatamente à cozinha e despeja o caixote do lixo!”
O meu pai costumava deixar-me tarefas para fazer quando saía de manhã para o trabalho e eu para a escola, esperando que estivessem feitas quando regressasse a casa. Naquele dia, esqueci-me do lixo. Usando a ilustração de Paulo: eu nunca teria sabido que era minha responsabilidade despejar o lixo se o meu pai não me tivesse mandado fazê-lo. Se eu tivesse visto o caixote cheio e, por iniciativa própria e bondade de coração, o tivesse despejado, nunca teria conhecido a lei nem a ira da “lei do lixo” do meu pai, lol.
Quando ele me mandou cortar a relva do jardim e eu não o fiz naquela outra vez, também recebi a sua ira (justa). SE eu tivesse cortado a relva porque vi que estava demasiado alta e precisava de ser cortada, nunca teria conhecido a “lei da relva”. Nunca teria experimentado a ira dele. A ira que ele demonstrou por eu não ter despejado o lixo também era uma ira justa — uma ira que eu nunca precisaria de conhecer, e nunca teria conhecido, se simplesmente tivesse tomado a iniciativa de despejar o lixo.
Do ponto de vista do Senhor, o pecado já existia no mundo, mas Ele ainda não tinha definido para a humanidade o que era pecado. Mais tarde, Paulo disse em Atos 14:15-17:
“…vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, o mar, e tudo quanto há neles; O qual nos tempos passados deixou andar todas as nações em seus próprios caminhos. E contudo, não se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando-vos lá do céu, dando-nos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os nossos corações.”
Atos 17:30: “...Deus não tendo em conta os tempos da ignorância...” A versão King James diz que Deus “fechou os olhos” à ignorância deles — mas agora ordena que todos se arrependam.
A lei não foi feita para uma pessoa justa, mas para os sem lei, os ignorantes, os que não O conhecem.
Voltando à minha infância: muitas vezes me diverti muito com o meu pai. Lutávamos, acampávamos, ele ensinou-me as estrelas, como apertar a mão de um homem com firmeza, engraxar os sapatos, olhar as pessoas nos olhos, e muito mais. Eu vivia na sua graça 99% do tempo. Eu conhecia o seu verdadeiro carácter. A ira dele quando eu fazia algo errado não era a sua natureza, mas uma ira justa. O que Paulo dizia é que aprender a lei lhe ensinou o que era certo e errado. A lei, que devia mostrar o que é a vida, também lhe revelou a sua natureza pecaminosa. Quando eu quebrava a “lei do lixo” ou a “lei da relva” do meu pai (lol), aprendia o que era pecado (aos olhos dele) — aprendia que, 99% do tempo, eu estava certo e apenas tinha uma compreensão básica do “pecado” segundo o meu pai.
Antes de conhecermos o Senhor, muitos de nós éramos ignorantes. Sabíamos que não devíamos bater nos irmãos e sabíamos que era errado mentir. E dentro de nós sabíamos que andávamos à procura das grandes respostas: porque estou aqui? Qual é o meu propósito? E também: o que há de errado comigo para continuar a fazer o que é errado? Tornámo-nos conscientes do certo e do errado. Alguns de nós, que fomos à igreja, aprendemos os 10 Mandamentos, reforçando ainda mais essa consciência do pecado.
Paulo escreveu o seguinte em Gálatas 3:21: “Então, a lei opõe-se às promessas de Deus? De maneira nenhuma! Pois, se tivesse sido dada uma lei que pudesse conceder vida, certamente a justiça viria da lei. ²² Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, a fim de que a promessa, que é pela fé em Jesus Cristo, fosse dada aos que crêem.”
Se pudesse ter sido dada uma lei que produzisse vida, Deus teria dado essa lei. Extraordinário. Isso significa que não encontramos justiça na lei, porque nenhuma lei torna alguém justo. Pensem em todos os rituais, todas as fórmulas, todas as regras feitas pelo homem que criaram para vocês próprios ou seguiram porque alguém insistiu, para ganhar o favor de Deus ou levá-Lo a fazer alguma coisa por vocês. Ou ainda, coisas feitas para se tornarem mais “dignos” ou “justos” diante d’Ele.
SE existisse uma lei — algo que pudéssemos fazer — capaz de nos colocar em posição correta diante de Deus, então Ele teria dado essa lei. Em vez disso, na Sua sabedoria, revelou e definiu o pecado através da Lei de Moisés (sendo os 10 Mandamentos o resumo desses 613 mandamentos), para que todos fossem considerados culpados, e para que todos os que recebessem o remédio pudessem ser feitos justos: a fé em Jesus Cristo.
E é aí que continuaremos na próxima semana, para ver o que a lei realmente faz de bom por nós e como os nossos corações são firmados em Cristo Jesus.
Até lá, bênçãos,
John Fenn
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