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<channel><title><![CDATA[Church WithOut Walls International-Europe - \"O pensamento da semana em Portugu&ecirc;s\"]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs]]></link><description><![CDATA[\"O pensamento da semana em Portugu&ecirc;s\"]]></description><pubDate>Thu, 14 May 2026 15:58:40 -0700</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[evangelismo no NT não é o que você pensa, 1 de 2]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/evangelismo-no-nt-nao-e-o-que-voce-pensa-1-de-2]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/evangelismo-no-nt-nao-e-o-que-voce-pensa-1-de-2#comments]]></comments><pubDate>Sat, 02 May 2026 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/evangelismo-no-nt-nao-e-o-que-voce-pensa-1-de-2</guid><description><![CDATA[NT evangelism not what you think, 1 of 2evangelismo no NT n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; pensa, 1 de 2&nbsp;Ol&aacute; a todos,Quantos pastores t&ecirc;m carregado as suas congrega&ccedil;&otilde;es com culpa e condena&ccedil;&atilde;o por n&atilde;o ganharem pessoas suficientes para Jesus? As a&ccedil;&otilde;es evangel&iacute;sticas das igrejas gloriam-se nos n&uacute;meros dos que foram ganhos para Cristo, como um pistoleiro do velho oeste americano que p&otilde;e marcas no cinto por ca [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><font size="1"><strong>NT evangelism not what you think, 1 of 2</strong><br /></font><strong>evangelismo no NT n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; pensa, 1 de 2</strong><br />&nbsp;<br />Ol&aacute; a todos,<br /><br />Quantos pastores t&ecirc;m carregado as suas congrega&ccedil;&otilde;es com culpa e condena&ccedil;&atilde;o por n&atilde;o ganharem pessoas suficientes para Jesus? As a&ccedil;&otilde;es evangel&iacute;sticas das igrejas gloriam-se nos n&uacute;meros dos que foram ganhos para Cristo, como um pistoleiro do velho oeste americano que p&otilde;e marcas no cinto por cada homem que matou. Por causa destas expectativas, muitos crist&atilde;os pensam que est&atilde;o a falhar com Deus ou que n&atilde;o s&atilde;o bons crist&atilde;os porque n&atilde;o ganharam muitas pessoas para Jesus.<br />&nbsp;<br />Mas&hellip; quando comparamos os esfor&ccedil;os que a cultura moderna da igreja coloca no evangelismo com aquilo que o Novo Testamento realmente diz, encontramos uma enorme diferen&ccedil;a. Embora o Senhor aceite uma pessoa independentemente da forma como ela vem at&eacute; Ele, as Escrituras descrevem como a igreja primitiva ganhou tantas pessoas para o Senhor t&atilde;o rapidamente.<br />&nbsp;<br />Numa base puramente anal&iacute;tica, todas essas cruzadas e a&ccedil;&otilde;es evangel&iacute;sticas falharam miseravelmente em mudar na&ccedil;&otilde;es, sociedades e culturas.<br />&nbsp;<br /><strong>A primeira diferen&ccedil;a: Jesus nunca disse para levar as pessoas a nascer de novo</strong><br />A nossa cultura gira em torno de ver pessoas &ldquo;nascer de novo&rdquo;. Jesus n&atilde;o ensinou isso dessa forma. Em Jo&atilde;o 3:3, num encontro privado &agrave; noite entre Jesus e Nicodemos, Jesus disse-lhe que uma pessoa deve nascer de novo para ver o reino de Deus. Isso &eacute; uma declara&ccedil;&atilde;o do que acontece ao esp&iacute;rito humano quando &eacute; recriado pelo Esp&iacute;rito Santo. Nunca foi um m&eacute;todo evangel&iacute;stico. Jesus nunca disse aos disc&iacute;pulos para levarem algu&eacute;m a nascer de novo. Nunca incluiu o termo &ldquo;nascer de novo&rdquo; em nenhuma mensagem ao p&uacute;blico.<br />&nbsp;<br />O evangelismo tornou-se uma contagem de cabe&ccedil;as, um levantamento de m&atilde;os, na maioria das vezes em audit&oacute;rios impessoais, est&aacute;dios ou at&eacute; tendas, com o &uacute;nico foco de ver m&atilde;os levantadas para Jesus. N&atilde;o h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o, apenas uma contagem de pessoas. Consegue imaginar Jesus a fazer isso entre os 5.000 quando multiplicou os p&atilde;es e os peixes? Consegue imaginar que, depois do milagre, Ele dissesse: &ldquo;Cabe&ccedil;as baixas e olhos fechados agora para ver quem acredita que Eu sou o Messias?&rdquo; Claro que n&atilde;o. A cultura d&rsquo;Ele e a cultura moderna da igreja s&atilde;o coisas muito diferentes. Ent&atilde;o por que n&atilde;o alinhamos as nossas cren&ccedil;as com a cultura d&rsquo;Ele em vez de tentar encaix&aacute;-Lo na nossa?<br />&nbsp;<br /><strong>O que Ele disse foi isto em Mateus 28:19-20:</strong><br />&ldquo;Ide por todo o mundo&hellip; <u>ensinando-os a observar todas as coisas</u> que vos tenho ordenado.&rdquo; A palavra &ldquo;observar&rdquo; aqui significa vigiar e praticar. A ideia de Jesus sobre o evangelismo &eacute; ensinar as pessoas a fazer, atrav&eacute;s da observa&ccedil;&atilde;o do que n&oacute;s praticamos, aquilo que Ele nos ordenou. Ele n&atilde;o disse para tentar lev&aacute;-las a tomar uma decis&atilde;o por Ele. Disse para ensin&aacute;-las a observar e a fazer o que Ele nos ordenou.<br />&nbsp;<br />A palavra grega traduzida como &ldquo;observar&rdquo; &eacute; &ldquo;tereo&rdquo;, de &ldquo;teros&rdquo;, que significa &ldquo;vigiar&rdquo;. Era usada naquela &eacute;poca com o sentido de &ldquo;guardar, vigiar mantendo um olho atento&rdquo;. N&oacute;s vigiamos aquilo que Jesus nos disse e vivemo-lo. Eles observam-nos a viver como Jesus disse para viver. Ao nos observarem, aprendem sobre Jesus e desejam t&ecirc;-Lo nas suas vidas. Ensinai-os a observar todas as coisas que vos ordenei.<br />&nbsp;<br />Com a nossa boca n&oacute;s O bendizemos; com a nossa vida n&oacute;s O confessamos.<br /><strong>A Grande Comiss&atilde;o &eacute; a <u>ordem para estarmos suficientemente pr&oacute;ximos das pessoas para que elas possam observar-nos </u>a fazer aquilo que Jesus nos ensinou a fazer.</strong><br />Levar pessoas a Cristo requere que haja um relacionamento com elas. Foi relatado que apenas 5% dos que tomaram uma decis&atilde;o por Jesus nas cruzadas de Billy Graham continuavam a caminhar com o Senhor um ano depois.* Jesus disse para ensinar as pessoas permitindo que &ldquo;atentem para, &nbsp;observem com aten&ccedil;&atilde;o&rdquo; como obedecemos ao que Ele nos disse. <em>*The Way of the Master</em>; Ray Comfort.<br />&nbsp;<br />Tenho dito h&aacute; anos: &ldquo;Qualquer pessoa pode dizer que &eacute; crist&atilde;, mas o Pai estruturou as coisas de modo que a justi&ccedil;a seja comprovada atrav&eacute;s dos relacionamentos.&rdquo; Amamos o Pai verticalmente e, a partir da din&acirc;mica da nossa caminhada com Deus, essa Vida flui horizontalmente para os outros. Assim, amamos o Senhor com todo o nosso cora&ccedil;&atilde;o, mente e for&ccedil;a e (portanto) amamos o pr&oacute;ximo como a n&oacute;s mesmos.<br />&nbsp;<br /><strong>As esferas de relacionamento que o NT revela como sendo a forma de propaga&ccedil;&atilde;o do evangelho:</strong><br />Andr&eacute; apresentou o seu irm&atilde;o Pedro a Jesus em Jo&atilde;o 1:40-42. <u>Fam&iacute;lia</u>.<br />Filipe era da mesma cidade, Betsaida, que Andr&eacute; e Pedro, Jo&atilde;o 1:43-44. <u>Vizinhos</u>.<br />Filipe tinha um amigo, Natanael, que apresentou a Jesus. Jo&atilde;o 1:45-51. <u>Amigos</u>.<br />Pedro, Tiago e Jo&atilde;o eram parceiros num neg&oacute;cio de pesca, Lucas 5:10. <u>Colegas de trabalho</u>.<br />Algu&eacute;m que ainda n&atilde;o conhece Jesus, mas conhece e aceita voc&ecirc;, e mais tarde cr&ecirc; atrav&eacute;s do relacionamento consigo, Lucas 10:2-9. <u>A pessoa de paz.</u><br />&nbsp;<br />Em Pentecostes, 3.000 vieram ao Senhor por curiosidade ao ouvirem os 120 falar em l&iacute;nguas. Mas isso n&atilde;o foi um est&aacute;dio organizado. N&atilde;o vemos nada semelhante nos restantes 30 anos cobertos em Atos. N&atilde;o vemos nenhuma carta do Novo Testamento a instruir algu&eacute;m a realizar reuni&otilde;es em massa. O que vemos s&atilde;o essas 5 principais esferas de relacionamento. ASSIM &eacute; que o evangelho se espalhou pela Europa no primeiro s&eacute;culo.<br />&nbsp;<br /><strong>E qu&atilde;o r&aacute;pido se espalhou o evangelho atrav&eacute;s dessas 5 esferas de relacionamento?</strong><br />1 Tessalonicenses 1:8 &ldquo;Porque por v&oacute;s soou a palavra do Senhor, n&atilde;o somente na Maced&ocirc;nia (norte da Gr&eacute;cia) e Acaia (sul da Gr&eacute;cia), <u>mas tamb&eacute;m em todos os lugares a vossa f&eacute; para com Deus se espalhou,</u> de tal maneira que j&aacute; dela n&atilde;o temos necessidade de falar coisa alguma&rdquo;<br />&nbsp;<br />A carta de Paulo &agrave; igreja na cidade grega de Tessal&oacute;nica &eacute; uma das suas primeiras, escrita no ano 50, cerca de 20 anos ap&oacute;s o Pentecostes, e ainda assim o evangelho j&aacute; se tinha espalhado dos 120 em Jerusal&eacute;m at&eacute; encher a na&ccedil;&atilde;o da Gr&eacute;cia. A palavra traduzida como &ldquo;ecoou&rdquo; &eacute; &ldquo;execheo&rdquo;, e pode ver-se a raiz &ldquo;eco&rdquo;. Significa &ldquo;produzir som&rdquo;, e o &ldquo;ex&rdquo; &agrave; frente indica &ldquo;o som sai ou se espalha&rdquo;. Eles estavam verdadeiramente a ecoar os ensinamentos de Jesus e outros observavam a sua caminhada com o Senhor nos relacionamentos.<br />&nbsp;<br />Romanos 1:8 e 16:19 &ndash; &ldquo;Primeiramente dou gra&ccedil;as ao meu Deus por Jesus Cristo, acerca de v&oacute;s todos, porque <u>em todo o mundo &eacute; anunciada a vossa f&eacute;</u>&rdquo;; &ldquo;Quanto &agrave; <u>vossa obedi&ecirc;ncia, &eacute; ela conhecida de todos</u>&rdquo;<br />&nbsp;<br />A carta de Paulo aos disc&iacute;pulos em Roma foi escrita a partir de Corinto no ano 55 ou 56, cerca de 25 anos ap&oacute;s o Pentecostes e 5 anos depois dos seus coment&aacute;rios aos tessalonicenses sobre o evangelho na Gr&eacute;cia. Em cerca de 20 anos, toda a Gr&eacute;cia tinha ouvido. Em mais 5 anos, Roma tinha crentes ao ponto de a sua f&eacute; ser conhecida &ldquo;em todo o mundo&rdquo;. O evangelho n&atilde;o se espalhou enchendo est&aacute;dios e pregando, pedindo para levantar m&atilde;os ou vir &agrave; frente para ora&ccedil;&atilde;o. Espalhou-se atrav&eacute;s de relacionamentos. ISSO &eacute; o evangelismo do NT.<br />&nbsp;<br />Filipenses 4:22 &mdash; &ldquo;Todos os santos vos sa&uacute;dam, mas <u>principalmente os que s&atilde;o da casa de C&eacute;sar</u>.&rdquo; Colossenses 1:4&ndash;6 &mdash; &ldquo;Porquanto ouvimos da vossa f&eacute; em Cristo Jesus, e do amor que tendes para com todos os santos; Por causa da esperan&ccedil;a que vos est&aacute; reservada nos c&eacute;us, da qual j&aacute; antes ouvistes pela palavra <u>da verdade do evangelho, Que j&aacute; chegou a v&oacute;s, como tamb&eacute;m est&aacute; em todo o mundo; e j&aacute; vai frutificando</u>, como tamb&eacute;m entre v&oacute;s, desde o dia em que ouvistes e conhecestes a gra&ccedil;a de Deus em verdade;<br />&nbsp;<br />Estas duas cartas fazem parte das &ldquo;ep&iacute;stolas da pris&atilde;o&rdquo;,* escritas por volta do ano 64, quando Paulo estava preso. *Ef&eacute;sios, Filipenses, Colossenses, Filemom. Em 30 anos ap&oacute;s o Pentecostes, o evangelho j&aacute; tinha chegado at&eacute; &agrave; casa de C&eacute;sar. Impressionante. Todos se reuniam em casas, n&atilde;o em edif&iacute;cios chamados &ldquo;igreja&rdquo;, e estas 5 esferas de relacionamento eram a forma de fazer evangelismo. As pessoas observavam os crist&atilde;os e queriam o que eles tinham.<br />&nbsp;<br />Se j&aacute; se perguntou o que est&aacute; errado na cultura de igreja em audit&oacute;rio, aqui est&aacute; a resposta. Porque o modelo de igreja em audit&oacute;rio consiste em reunir-se num grande edif&iacute;cio est&eacute;ril e neutro, os elementos de uma f&eacute; baseada em relacionamento foram removidos. Cada coisa produz segundo a sua esp&eacute;cie, ou seja, quando a igreja se re&uacute;ne num grande edif&iacute;cio, pensa que o evangelismo segue o mesmo modelo: reunir grandes grupos e pregar-lhes.<br />&nbsp;<br />A ideia moderna de um pastor sobre um avivamento mundial significa mais cultos, edif&iacute;cios maiores, uma congrega&ccedil;&atilde;o em expans&atilde;o. O que Jesus disse em Mateus 24:14 sobre o evangelho ser pregado em todo o mundo antes do fim, estava no contexto do seu tempo: reuni&otilde;es em casas, ao ar livre, pequenos grupos, fam&iacute;lia, amigos, vizinhos, colegas de trabalho e a pessoa de paz. Na pr&oacute;xima semana veremos como Paulo partilhava o evangelho e o minist&eacute;rio de um evangelista conforme definido pela B&iacute;blia &mdash; algo muito revelador.<br />&nbsp;<br />At&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os,<br />John Fenn<br />cwowi.org e envie-me um email para cwowi@aol.com<br />&nbsp;<br /></font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Sobre os Apóstolos, 1 de 1]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/sobre-os-apostolos-1-de-1]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/sobre-os-apostolos-1-de-1#comments]]></comments><pubDate>Sat, 25 Apr 2026 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/sobre-os-apostolos-1-de-1</guid><description><![CDATA[About ApostlesSobre os Ap&oacute;stolos, 1 de 1Ol&aacute; a todos,&nbsp;Com tantos a chamarem-se a si mesmos de ap&oacute;stolos ou profetas, pareceu-me apropriado que nesta &uacute;ltima li&ccedil;&atilde;o partilhasse o que a B&iacute;blia diz &mdash; em vez do cart&atilde;o de visita de algu&eacute;m ou do t&iacute;tulo que colocam antes do nome.&nbsp;O contexto originalNos nossos dias, os &ldquo;dons ministeriais dos 5 minist&eacute;rios&rdquo; s&atilde;o substantivos (nomes): Ap&oacute;stol [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><font size="1"><strong>About Apostles</strong><br /></font><strong>Sobre os Ap&oacute;stolos, 1 de 1<br /></strong><br />Ol&aacute; a todos,<br />&nbsp;<br />Com tantos a chamarem-se a si mesmos de ap&oacute;stolos ou profetas, pareceu-me apropriado que nesta &uacute;ltima li&ccedil;&atilde;o partilhasse o que a B&iacute;blia diz &mdash; em vez do cart&atilde;o de visita de algu&eacute;m ou do t&iacute;tulo que colocam antes do nome.<br />&nbsp;<br /><strong>O contexto original</strong><br />Nos nossos dias, os &ldquo;dons ministeriais dos 5 minist&eacute;rios&rdquo; s&atilde;o substantivos (nomes): Ap&oacute;stolo, profeta, mestre, pastor, evangelista. Mas essas palavras s&atilde;o palavras gregas transliteradas para ingl&ecirc;s. Isso significa que os tradutores da B&iacute;blia pegaram em palavras que descreviam a&ccedil;&atilde;o, neste caso &ldquo;enviado&rdquo; ou &ldquo;ap&oacute;stolos&rdquo;, e decidiram, em vez de manter &ldquo;enviado&rdquo;, em transformar ap&oacute;stolos no substantivo, ap&oacute;stolo. Tamb&eacute;m transformaram &ldquo;aquele que profetiza&rdquo; em profeta, &ldquo;aquele que proclama a verdade&rdquo; em mestre, &ldquo;aquele que cuida das ovelhas&rdquo; em pastor, e &ldquo;aquele que anuncia boas not&iacute;cias&rdquo; em evangelista. Foi assim que estas palavras de a&ccedil;&atilde;o se tornaram nomes, o que encaixou perfeitamente na hierarquia da cultura da igreja de audit&oacute;rio de h&aacute; mais de 400 anos.<br />&nbsp;<br />Fizeram o mesmo com a palavra &ldquo;bispo&rdquo;, que em grego &eacute; &ldquo;episkopos&rdquo;, que significa &ldquo;aquele que supervisiona&rdquo;. Considerem 1 Tim&oacute;teo 3:1 na NVI em Portugu&ecirc;s, e depois o grego original:<br />&nbsp;<br /><strong>NVI:</strong> &ldquo;Esta afirma&ccedil;&atilde;o &eacute; digna de confian&ccedil;a: se algu&eacute;m deseja ser bispo, deseja uma nobre fun&ccedil;&atilde;o&rdquo; <strong>Grego:</strong> &ldquo;Fiel &eacute; a palavra: se algu&eacute;m aspira a supervis&atilde;o, deseja uma boa obra.&rdquo;<br />&nbsp;<br />Tamb&eacute;m considerem que a palavra &ldquo;di&aacute;cono&rdquo; vem do grego &ldquo;diakonia&rdquo;, que significa &ldquo;servi&ccedil;o&rdquo; ou &ldquo;servir&rdquo;. Transformaram &ldquo;aquele que serve&rdquo; num cargo na igreja chamado &ldquo;di&aacute;cono&rdquo;. Os tradutores prestaram-nos um grande desservi&ccedil;o, transformando estas palavras de a&ccedil;&atilde;o em palavras que, ao longo dos s&eacute;culos, se tornaram substantivos (t&iacute;tulos), embora isso tenha servido bem a hierarquia das denomina&ccedil;&otilde;es tradicionais. Aqui est&aacute; Romanos 11:13 primeiro na vers&atilde;o Almeida (ACF) e depois em grego, para ver como o significado mudou:<br />&nbsp;<br /><strong>ACF</strong>: &ldquo;Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for ap&oacute;stolo dos gentios, exalto o meu minist&eacute;rio.&rdquo;<br /><strong>Grego</strong>: &ldquo;A v&oacute;s gentios agora falo: de facto sou um enviado para vos servir, e glorio-me no meu servi&ccedil;o (a v&oacute;s).&rdquo;<br />&nbsp;<br />Na igreja de audit&oacute;rio moderna, pareceria que um ap&oacute;stolo &eacute; um substantivo, um t&iacute;tulo. Tamb&eacute;m pareceria que ser ap&oacute;stolo ou bispo (supervisor) &eacute; um cargo, quando na realidade a palavra grega &eacute; &ldquo;servi&ccedil;o&rdquo; (diakonia). <u>Na realidade do Novo Testamento, n&atilde;o existe tal coisa como um &ldquo;cargo</u>&rdquo; &mdash; seja pastor, ap&oacute;stolo, intercessor ou profeta &mdash; &eacute; sempre a palavra &ldquo;servi&ccedil;o&rdquo; (diakonia).<br />&nbsp;<br /><strong>O que define um ap&oacute;stolo?</strong><br />Recordem que todo o Novo Testamento foi escrito por estes &ldquo;enviados&rdquo; para pessoas em igrejas em casas.<br />&nbsp;<br /><strong>Primeiro</strong>, o contexto original de um ap&oacute;stolo &eacute; que eles iniciam igrejas em casas. Ajudam no processo de discipulado atrav&eacute;s de relacionamentos dentro da fam&iacute;lia, amigos, vizinhos e colegas de trabalho. Essas s&atilde;o as 4 principais esferas de relacionamento vistas no Novo Testamento. Uma quinta seria a &ldquo;pessoa de paz&rdquo;, algu&eacute;m que vos conhece, vos aceita, mas ainda n&atilde;o conhece o Senhor.<br />&nbsp;<br /><strong>Segundo</strong>, Jesus apareceu-lhes para lhes dar a sua miss&atilde;o. 1 Cor&iacute;ntios 9:1:<br />&nbsp;<br /><strong>"N&atilde;o sou eu (enviado) ap&oacute;stolo? N&atilde;o sou livre? N&atilde;o vi eu a Jesus Cristo Senhor nosso? N&atilde;o sois v&oacute;s a minha obra no Senhor?" </strong>A afirma&ccedil;&atilde;o de que &eacute; livre refere-se ao cap&iacute;tulo anterior, onde fala da liberdade de comer o que quiser, mostrando aqui que pratica o que ensina. Note-se que ele afirma ser um enviado (ap&oacute;stolo), ter visto o Senhor, e que eles, os cor&iacute;ntios, s&atilde;o a sua obra no Senhor. Tamb&eacute;m &eacute; importante notar que Paulo viu o Senhor tal como eu ou outros O vimos &mdash; ap&oacute;s a Sua ascens&atilde;o, em esp&iacute;rito. Mas isso conta como ter visto o Senhor, como mostra este vers&iacute;culo; isso fazia parte da credibilidade de Paulo como ap&oacute;stolo; ele tinha visto o Senhor.<br />&nbsp;<br /><strong>Terceiro</strong>, a sua miss&atilde;o &eacute; para um grupo ou tarefa espec&iacute;fica. Escrevendo aos cor&iacute;ntios em 1 Cor&iacute;ntios 9:2: <strong>"Se eu n&atilde;o sou enviado (ap&oacute;stolo) para os outros, ao menos o sou para v&oacute;s; porque v&oacute;s sois o selo do meu apostolado no Senhor". </strong>Ele n&atilde;o era ap&oacute;stolo para todos, apenas para um grupo espec&iacute;fico.<br />&nbsp;<br />Em G&aacute;latas 2:9, Paulo escreve que Pedro, Tiago e Jo&atilde;o &ldquo;perceberam a gra&ccedil;a&rdquo; nele e em Barnab&eacute;, e deram-lhes a m&atilde;o da comunh&atilde;o, concordando que o seu servi&ccedil;o era para os judeus, enquanto Paulo e Barnab&eacute; eram enviados aos gentios. Em Atos 9:15, quando o Senhor apareceu a Paulo no caminho para Damasco, disse especificamente que o enviava aos gentios (n&atilde;o judeus). Isso mostra-nos que ser ap&oacute;stolo &eacute; espec&iacute;fico para um grupo de pessoas e, por isso, limitado a esse grupo.<br />&nbsp;<br />Quando o Senhor me visitou a 4 de novembro de 2001 e me imp&ocirc;s as m&atilde;os, disse: &ldquo;Tu tens estado a fazer a obra de um ap&oacute;stolo, mas agora estou a impor-te as m&atilde;os como ap&oacute;stolo para esta tarefa: quero que inicies uma igreja em casa e uma rede de igrejas em casas, estruturada de forma a facilitar o desenvolvimento de igrejas em casas em todo o mundo.&rdquo; A minha miss&atilde;o de &ldquo;enviado&rdquo; est&aacute; limitada a igrejas em casas, mas &eacute; mundial. N&atilde;o fui enviado como ap&oacute;stolo para igrejas de audit&oacute;rio, embora, com agrado, ministre livremente nelas. N&atilde;o fui designado para um grupo espec&iacute;fico de pessoas, pois Ele disse &ldquo;em todo o mundo&rdquo;. Os limites do meu apostolado s&atilde;o aqueles envolvidos em minist&eacute;rios em casas. Eu ensino para todos, tenho discernimento espiritual para todos, pastoreio e supervisiono o nosso grupo CWOWI e o meu apostolado &eacute; apenas para o CWOWI. Trabalho, portanto, ao lado de outros com diferentes chamados, todos na mesma equipa.<br />&nbsp;<br />Quando Ele disse &ldquo;tens estado a fazer a obra de um ap&oacute;stolo&rdquo;, referia-se ao facto de eu ensinar e visitar igrejas para ensinar e aconselhar pastores e l&iacute;deres de escolas b&iacute;blicas, desde quest&otilde;es pessoais e conflitos at&eacute; formas de melhorar o impacto do seu minist&eacute;rio. Eu j&aacute; fazia aquilo que os ap&oacute;stolos fazem, mas at&eacute; esse momento n&atilde;o era ap&oacute;stolo (enviado). Penso que muitos que fazem a obra de um ap&oacute;stolo, mas n&atilde;o s&atilde;o ap&oacute;stolos, chamam-se a si mesmos ap&oacute;stolos. Mas n&atilde;o est&atilde;o a iniciar igrejas em casas, nem vivem em transpar&ecirc;ncia e em rela&ccedil;&otilde;es que fazem parte disso; Jesus n&atilde;o lhes apareceu para lhes impor as m&atilde;os e os enviar para uma tarefa espec&iacute;fica junto de um grupo ou miss&atilde;o concreta. No entanto, como est&atilde;o a fazer parte do que um ap&oacute;stolo faz, a cultura da igreja de audit&oacute;rio tende a favorecer t&iacute;tulos, e a atribuir honra a pessoas assim erradamente rotuladas.<br />&nbsp;<br />Quando era adolescente, o Pai disse-me que me chamava para ser um vidente (Seer). Ainda jovem comecei a ensinar, e esse &eacute; um dos principais dons, sen&atilde;o o principal. Sempre tive um &ldquo;cora&ccedil;&atilde;o de pastor&rdquo;, cuidando do povo de Deus para os conduzir no processo de discipulado. A minha miss&atilde;o como ap&oacute;stolo foi acrescentada em 2001, mas para uma tarefa espec&iacute;fica. Isso est&aacute; constru&iacute;do sobre os dons j&aacute; existentes de vidente, mestre e pastor. Esses dons s&atilde;o para todos, mas o meu apostolado &eacute; apenas para igrejas em casas e para aqueles na rede CWOWI. Pedro, Tiago e Jo&atilde;o sabiam que eram ap&oacute;stolos (enviados) aos judeus, Paulo e Barnab&eacute; sabiam que eram enviados aos gentios. Miss&atilde;o e limites da miss&atilde;o claramente definidos.<br />&nbsp;<br /><strong>Quarto:</strong> Um ap&oacute;stolo tem sinais e maravilhas no seu minist&eacute;rio, como diz 2 Cor&iacute;ntios 12:12: &ldquo;Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre v&oacute;s com toda a paci&ecirc;ncia, por sinais, prod&iacute;gios e maravilhas&rdquo;. Embora eu tenha tido milagres e curas dram&aacute;ticas no meu minist&eacute;rio &mdash; como nos evangelhos, coxos a andar, surdos a ouvir, cegos curados e mais, n&atilde;o falo disso para que as pessoas n&atilde;o me vejam a mim em vez do Senhor.<br />&nbsp;<br />Uma vez disse-Lhe que gostaria de ver mais dessas curas dram&aacute;ticas, e a resposta surpreendeu-me: &ldquo;Porque achas que Eu visito tantas vezes as tuas reuni&otilde;es e abro os olhos de tantos para Me verem ou saberem que estou no meio deles? Isto tamb&eacute;m faz parte dos sinais e maravilhas.&rdquo; Fiquei corrigido e nunca mais voltei a falar nisso. Houve muitas vezes em que v&aacute;rios O viram no meio de n&oacute;s, a andar entre as pessoas, alguns a v&ecirc;-Lo e outros apenas a senti-Lo, ou a sentir o Seu abra&ccedil;o no esp&iacute;rito. Normalmente muitos t&ecirc;m vis&otilde;es, veem anjos, a nuvem de gl&oacute;ria ou s&atilde;o levados em esp&iacute;rito com o Senhor. Eu continuamente me sinto maravilhado e humilde por Ele se revelar assim durante os nossos tempos de adora&ccedil;&atilde;o nas conferencias.<br />&nbsp;<br />H&aacute; anos, tornou-se popular auto proclamar-se ap&oacute;stolo. Alguns chegaram a exigir que pastores lhes dessem o d&iacute;zimo pessoalmente e que as igrejas tamb&eacute;m contribu&iacute;ssem para os seus minist&eacute;rios, enriquecendo-se atrav&eacute;s dessa manipula&ccedil;&atilde;o. Que o Senhor tenha miseric&oacute;rdia das suas almas. Nem Paulo nem qualquer outro ap&oacute;stolo exigia d&iacute;zimos ou apoio financeiro. Paulo esperava que as pessoas comunicassem com Cristo nelas e dessem a quem lhes tinha ensinado, mas nunca houve exig&ecirc;ncia, &eacute; por isso que eu falo pouco acerca de dinheiro. Os ap&oacute;stolos tinham redes, como as cartas de Paulo mostram: Roma, Corinto, &Eacute;feso, Gal&aacute;cia, Filipos, Colossos e Tessal&oacute;nica. Ele queria ir at&eacute; Espanha, mas n&atilde;o sabia se conseguiria.<br />&nbsp;<br />O seu desejo n&atilde;o era invadir o trabalho de outros, como est&aacute; escrito em 2 Cor&iacute;ntios 10:12-15: &ldquo;Confinar-nos-emos ao &acirc;mbito do minist&eacute;rio que o Senhor nos atribuiu, o qual inclui-vos tamb&eacute;m a v&oacute;s...&rdquo;<br />&nbsp;<br />Em resumo, a defini&ccedil;&atilde;o b&iacute;blica de ap&oacute;stolo &eacute; a seguinte: eles ajudam no processo de discipulado atrav&eacute;s de relacionamentos e em reuni&otilde;es em casas. O Senhor apareceu-lhes para lhes dar uma miss&atilde;o espec&iacute;fica para a qual s&atilde;o &ldquo;enviados&rdquo;. A sua miss&atilde;o destina-se a uma tarefa ou a um grupo de pessoas concreto. O seu minist&eacute;rio &eacute; acompanhado por sinais e maravilhas.<br />&nbsp;<br />Agrade&ccedil;o a todos v&oacute;s que leem estes Pensamentos Semanais e as Newsletters mensais. Espero o dia em que possamos saudar-nos pessoalmente, face a face. Novo tema na pr&oacute;xima semana; at&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os!<br />&nbsp;<br />John Fenn<br />cwowi.org e email: cwowi@aol.com<br />&nbsp;</font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Videntes, profetas, profecia pessoal 3 de 3, Videntes/Profetas]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/videntes-profetas-profecia-pessoal-3-de-3-videntesprofetas]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/videntes-profetas-profecia-pessoal-3-de-3-videntesprofetas#comments]]></comments><pubDate>Sat, 18 Apr 2026 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/videntes-profetas-profecia-pessoal-3-de-3-videntesprofetas</guid><description><![CDATA[Seers, prophets, personal prophecy 3 of 3, Seers/prophetsVidentes, profetas, profecia pessoal 3 de 3, Videntes/Profetas&nbsp;Ol&aacute; a todos,&nbsp;O que &eacute; um vidente? O que &eacute; um profeta?&nbsp;Isto &eacute;-nos dito em 1 Samuel 9:9: &ldquo;&hellip;o profeta de hoje era chamado vidente no passado.&rdquo;&nbsp;Os videntes/profetas t&ecirc;m o dom de, de tempos a tempos, ver o reino espiritual de Deus, conforme necess&aacute;rio e de acordo com a Sua vontade. Em 1 Samuel 3, o Senhor [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><font size="1"><strong>Seers, prophets, personal prophecy 3 of 3, Seers/prophets</strong><br /></font><strong>Videntes, profetas, profecia pessoal 3 de 3, Videntes/Profetas</strong><br />&nbsp;<br />Ol&aacute; a todos,<br />&nbsp;<br />O que &eacute; um vidente? O que &eacute; um profeta?<br />&nbsp;<br />Isto &eacute;-nos dito em 1 Samuel 9:9: &ldquo;&hellip;o profeta de hoje era chamado vidente no passado.&rdquo;<br />&nbsp;<br />Os videntes/profetas t&ecirc;m o dom de, de tempos a tempos, ver o reino espiritual de Deus, conforme necess&aacute;rio e de acordo com a Sua vontade. Em 1 Samuel 3, o Senhor chamou Samuel pelo nome: &ldquo;Samuel, Samuel&rdquo;, e o jovem pensou que era o sacerdote Eli que o chamava. Depois de Eli lhe explicar que era o Senhor, o vers&iacute;culo 10 diz: &ldquo;O Senhor veio, aproximou-se e chamou como das outras vezes: &lsquo;Samuel! Samuel!&rsquo;&rdquo; No vers&iacute;culo 15, diz-se que Samuel teve medo de contar a Eli a vis&atilde;o. E o vers&iacute;culo 21 diz que, a partir da&iacute;, o Senhor continuou a revelar-se a Samuel pela palavra do Senhor.<br />&nbsp;<br />Samuel foi o primeiro dos videntes/profetas da na&ccedil;&atilde;o de Israel. Ele foi tamb&eacute;m o &uacute;ltimo juiz. Ju&iacute;zes anteriores inclu&iacute;ram D&eacute;bora, Gede&atilde;o, Sans&atilde;o e outros. Samuel foi o &uacute;ltimo juiz e o primeiro vidente/profeta da nova na&ccedil;&atilde;o de Israel. Ele ungiu Saul como o primeiro rei. Ele estabeleceu o padr&atilde;o para todos os profetas que vieram depois dele.<br />&nbsp;<br />Mas os videntes n&atilde;o s&atilde;o apenas visitados pelo Senhor. O seu dom de ver no reino espiritual tamb&eacute;m se manifesta no minist&eacute;rio de Eliseu, como vemos em <strong>2 Reis 6:13-17</strong>. Eliseu e o seu servo estavam numa cidade cercada por um ex&eacute;rcito inimigo. O servo estava com medo. Eliseu orou para que o Senhor abrisse os seus olhos, e ele viu um ex&eacute;rcito angelical a rode&aacute;-los. Eliseu viu o reino espiritual ao mesmo tempo que via o ex&eacute;rcito do rei a rodear a cidade.<br />&nbsp;<br />Quando eu tinha cerca de 16 ou 17 anos, o Pai disse-me que me tinha chamado para ser um vidente, usando esse termo. Esse era o meu chamado antes de mestre, pastor e ap&oacute;stolo (na pr&oacute;xima semana falarei da defini&ccedil;&atilde;o de ap&oacute;stolo e o seu minist&eacute;rio). O que acontece muitas vezes comigo &eacute; como uma sobreposi&ccedil;&atilde;o de duas dimens&otilde;es &mdash; com os olhos abertos vejo o natural e tamb&eacute;m o reino do Senhor.<br />&nbsp;<br /><strong>O que define um vidente/profeta do Novo Testamento?</strong><br />O fundamento sobre o qual entendemos isto est&aacute; em Ef&eacute;sios 3:5-6, que diz: &ldquo;Esse mist&eacute;rio n&atilde;o foi dado a conhecer aos homens doutras gera&ccedil;&otilde;es, mas agora foi revelado pelo Esp&iacute;rito aos santos ap&oacute;stolos e profetas de Deus, a saber, que mediante o evangelho os gentios s&atilde;o co-herdeiros com Israel, membros do mesmo corpo, e co-participantes da promessa em Cristo Jesus&rdquo;<br />&nbsp;<br />Isto diz-nos que a primeira fun&ccedil;&atilde;o dos ap&oacute;stolos e profetas &eacute; revelar a gra&ccedil;a de Deus aos n&atilde;o-judeus (n&oacute;s). &Eacute; por isso que profetas e mestres est&atilde;o ligados, como vemos em <strong>Atos 13:1-3</strong>, &ldquo;&hellip;havia profetas e mestres&hellip; depois de jejuar e orar&hellip;&rdquo;. A fun&ccedil;&atilde;o principal de um profeta n&atilde;o &eacute; dar &ldquo;palavras prof&eacute;ticas&rdquo;, mas revelar os mist&eacute;rios de Cristo. Ensinar e profetizar est&atilde;o fortemente ligados aos ap&oacute;stolos porque ambos est&atilde;o encarregues de revelar os profundos mist&eacute;rios da obra de Jesus e dos seus caminhos, e de transmitir essa revela&ccedil;&atilde;o ao corpo de Cristo.<br />&nbsp;<br />Se algu&eacute;m se chama profeta ou ap&oacute;stolo, o seu minist&eacute;rio base &eacute; ensinar e partilhar revela&ccedil;&atilde;o acerca do que Jesus fez por n&oacute;s. Se ele n&atilde;o tiver estes profundos minist&eacute;rios, se tudo o faz &eacute; ter sonhos &ldquo;prof&eacute;ticos&rdquo;, vis&otilde;es e palavras &ndash; &eacute; preciso questionar se ser&aacute; um verdadeiro profeta (ou ap&oacute;stolo).<br />&nbsp;<br /><strong>Qual a diferen&ccedil;a entre profetizar e ser profeta?</strong><br />Atos 11:27-28 diz: &ldquo;Nesses dias, alguns profetas desceram de Jerusal&eacute;m para Antioquia. Um deles, chamado &Aacute;gabo, anunciou pelo Esp&iacute;rito que uma grande fome viria&hellip;.&rdquo; Aqui vemos um profeta com uma palavra preditiva sobre acontecimentos naturais, neste caso, uma fome.<br />&nbsp;<br />Em <strong>Atos 21:10-11</strong>, &eacute; nos dito isto sobre &Aacute;gabo: &ldquo;Vindo ao nosso encontro, tomou o cinto de Paulo e, amarrando as suas pr&oacute;prias m&atilde;os e p&eacute;s, disse: &lsquo;Assim diz o Esp&iacute;rito Santo: &lsquo;Desta maneira os judeus amarrar&atilde;o o dono deste cinto em Jerusal&eacute;m e o entregar&atilde;o aos gentios (Romanos)&rsquo;&rdquo;.<br />&nbsp;<br />Aqui vemos que um profeta tamb&eacute;m tem palavras preditivas acerca das a&ccedil;&otilde;es dos governos, incluindo por vezes no que diz respeito a indiv&iacute;duos. Um profeta nestes tempos do Novo Testamento ir&aacute;, antes de mais, ensinar e/ou partilhar acerca dos mist&eacute;rios de Cristo em n&oacute;s e da Sua obra na cruz, ressurrei&ccedil;&atilde;o e ascens&atilde;o. Eles ver&atilde;o no reino do Esp&iacute;rito. Ter&atilde;o palavras preditivas acerca da natureza, dos governos e para indiv&iacute;duos.<br />&nbsp;<br />Compare isso com a defini&ccedil;&atilde;o de Paulo de profecia simples em I Cor&iacute;ntios 14:3: "Porque aquele que profetiza fala aos homens para edifica&ccedil;&atilde;o, exorta&ccedil;&atilde;o e consola&ccedil;&atilde;o." Podemos ver uma profundidade muito maior naquilo que &eacute; algu&eacute;m chamado como Vidente/Profeta. Infelizmente, alguns fizeram grandes nomes para si pr&oacute;prios pensando que, porque profetizam regularmente, s&atilde;o profetas. A primeira vez que uma pessoa d&aacute; uma profecia simples pode n&atilde;o ser mais do que dizer a algu&eacute;m: "Sinto que o Senhor te ama." Mas se tiverem muita experi&ecirc;ncia, as suas profecias podem ser mais longas e mais detalhadas &mdash; n&atilde;o porque sejam profetas, mas porque s&atilde;o mais experientes a mover-se nesse dom. Alguns pensaram que, porque se movem regularmente na profecia simples, s&atilde;o profetas &mdash; mas na realidade s&atilde;o apenas mais experientes no dom.<br />&nbsp;<br />Lembre-se tamb&eacute;m de que outras manifesta&ccedil;&otilde;es do Esp&iacute;rito se combinam com os dons. Assim, uma pessoa que possa ver uma mini-vis&atilde;o de uma pessoa ou situa&ccedil;&atilde;o enquanto ora por algu&eacute;m, o que &eacute; discernimento de esp&iacute;ritos, pode tamb&eacute;m dar-lhes uma profecia de encorajamento. N&atilde;o &eacute; que seja um profeta; o Esp&iacute;rito apenas se moveu atrav&eacute;s deles para ministrar o que era necess&aacute;rio &agrave;quela pessoa. O minist&eacute;rio principal de um profeta &eacute; ensinar e partilhar sobre o que Cristo fez por n&oacute;s, ver no Esp&iacute;rito e dar palavras preditivas acerca da natureza e dos governos.<br />&nbsp;<br /><strong>Sabedoria acerca da profecia pessoal</strong><br />Podemos aprender sobre a profecia pessoal a partir desta troca entre &Aacute;gabo e Paulo em Atos 21. Primeiro, &Aacute;gabo disse: "Isto &eacute; o que o Esp&iacute;rito Santo diz." A profecia simples &eacute; muitas vezes algo percebido no esp&iacute;rito de algu&eacute;m que depois &eacute; colocado em palavras &mdash; mais uma interpreta&ccedil;&atilde;o do que sentem no seu esp&iacute;rito acerca do que o Senhor est&aacute; a dizer. Um profeta ouvir&aacute; o pr&oacute;prio Esp&iacute;rito Santo. Isto acontece-me na maioria das vezes e, como j&aacute; ensinei antes a partir de exemplos em Atos, quando o pr&oacute;prio Esp&iacute;rito Santo fala, &eacute; espec&iacute;fico, conciso e direto. (Atos 8:29; 10:19) N&atilde;o h&aacute; vagueza nem ambiguidade quando se ouve o pr&oacute;prio Esp&iacute;rito Santo falar. &Aacute;gabo ouviu a palavra espec&iacute;fica do Esp&iacute;rito Santo para Paulo.<br />&nbsp;<br />&Aacute;gabo deu a Paulo detalhes muito espec&iacute;ficos: que ele seria preso pelos judeus e entregue aos romanos em Jerusal&eacute;m. O problema que o aguardava n&atilde;o era informa&ccedil;&atilde;o nova para Paulo, embora os detalhes espec&iacute;ficos fossem novos, mostrando que uma palavra prof&eacute;tica pessoal ser&aacute; apenas uma confirma&ccedil;&atilde;o de algo que o Senhor j&aacute; mostrou a uma pessoa.<br />&nbsp;<br />Anteriormente, no cap&iacute;tulo anterior, Atos 20:22-24, Paulo disse isto: "..Agora, compelido pelo Esp&iacute;rito, estou indo para Jerusal&eacute;m, sem saber o que me acontecer&aacute; ali.&nbsp;&nbsp;S&oacute; sei que, em todas as cidades, o Esp&iacute;rito Santo me avisa que pris&otilde;es e sofrimentos me esperam.&nbsp;Todavia, n&atilde;o me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo..."<br />&nbsp;<br />Paulo afirmou que, por onde passava, o Esp&iacute;rito Santo dava testemunho noutros de que, se fosse &agrave; cidade, pris&otilde;es e problemas o esperavam. Mas disse que n&atilde;o conhecia os detalhes. Depois de os deixar em Atos 20, o cap&iacute;tulo 21 abre com Paulo a navegar at&eacute; &agrave; cidade de Tiro e, encontrando disc&iacute;pulos, o vers&iacute;culo 4 afirma: "Os quais, pelo Esp&iacute;rito, lhe diziam que n&atilde;o subisse a Jerusal&eacute;m."<br />&nbsp;<br />At&eacute; este ponto, onde quer que Paulo fosse, os disc&iacute;pulos que encontrava tinham um testemunho no seu esp&iacute;rito, um &ldquo;mau pressentimento&rdquo; acerca de ele ir &agrave; cidade &mdash; mas, como o pr&oacute;prio Paulo admitiu, "n&atilde;o sei o que me acontecer&aacute; ali." Isso significa que todas essas impress&otilde;es, todas essas pessoas, tinham apenas um testemunho vago no seu esp&iacute;rito de que problemas o aguardavam. S&oacute; quando &Aacute;gabo, o profeta, forneceu informa&ccedil;&atilde;o precisa acerca dessas &ldquo;coisas m&aacute;s&rdquo; &mdash; que os judeus o prenderiam e o entregariam aos romanos &mdash; &eacute; que houve clareza.<br />&nbsp;<br />A profecia pessoal que Paulo recebeu de &Aacute;gabo era sobre o seu futuro, mas era apenas informa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica sobre coisas que Paulo j&aacute; sabia. A profecia pessoal n&atilde;o ser&aacute; informa&ccedil;&atilde;o nova &mdash; ser&aacute; uma confirma&ccedil;&atilde;o de coisas que o Senhor j&aacute; te revelou e, como palavra de confirma&ccedil;&atilde;o, ter&aacute; mais informa&ccedil;&atilde;o. Mesmo quando Paulo encontrou Jesus no caminho para Damasco em Atos 9:5, o Senhor disse-lhe: "Duro &eacute; para ti recalcitrar contra os aguilh&otilde;es." Um aguilh&atilde;o era uma vara pontiaguda que uma pessoa usava por tr&aacute;s de um &ldquo;boi&rdquo; para o picar no ombro ou na parte traseira, mantendo-o no caminho. Jesus, sendo a espada afiada de dois gumes, a Palavra de Deus, tinha evidentemente estado a &ldquo;picar&rdquo; Paulo h&aacute; algum tempo acerca de Ele ser o Messias, e Paulo estava a resistir. Assim, mesmo este encontro com Jesus foi espec&iacute;fico para esses &ldquo;toques&rdquo; que Paulo j&aacute; tinha recebido da Palavra Viva, em vez de ser informa&ccedil;&atilde;o completamente nova. Jesus confirmou-lhe &mdash; quantos de n&oacute;s fomos &ldquo;tocados&rdquo; pelo Senhor durante algum tempo antes de finalmente cedermos e acreditarmos?<br />&nbsp;<br />Na pr&oacute;xima semana: ap&oacute;stolos.<br />At&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os,<br />John Fenn<br />cwowi.org | cwowi@aol.com<br />&nbsp;</font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Videntes, Profetas, profecia pessoal, 2/3, Os dons do teu espírito]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/videntes-profetas-profecia-pessoal-23-os-dons-do-teu-espirito]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/videntes-profetas-profecia-pessoal-23-os-dons-do-teu-espirito#comments]]></comments><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/videntes-profetas-profecia-pessoal-23-os-dons-do-teu-espirito</guid><description><![CDATA[Seers, Prophets, personal prophecy, 2/3, Your spirit's giftsVidentes, Profetas, profecia pessoal, 2/3, Os dons do teu esp&iacute;rito&nbsp;Ol&aacute; a todos,&nbsp;Na semana passada partilhei como algumas pessoas impuseram as m&atilde;os sobre mim e profetizaram com exatid&atilde;o &mdash; mas depois quiseram ir mais al&eacute;m, e na segunda vez apenas perceberam no seu esp&iacute;rito quais eram os meus dons &mdash; colocaram um &ldquo;assim diz o Senhor&rdquo; e um tempo futuro, e chamaram-lh [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><font size="1"><strong>Seers, Prophets, personal prophecy, 2/3, Your spirit's gifts</strong><br /></font><strong>Videntes, Profetas, profecia pessoal, 2/3, Os dons do teu esp&iacute;rito</strong><br />&nbsp;<br />Ol&aacute; a todos,<br />&nbsp;<br />Na semana passada partilhei como algumas pessoas impuseram as m&atilde;os sobre mim e profetizaram com exatid&atilde;o &mdash; mas depois quiseram ir mais al&eacute;m, e na segunda vez apenas perceberam no seu esp&iacute;rito quais eram os meus dons &mdash; colocaram um &ldquo;assim diz o Senhor&rdquo; e um tempo futuro, e chamaram-lhe Deus.<br />&nbsp;<br />Muitos manipuladores, n&atilde;o conhecendo os caminhos do Pai, pensam que quando percebem as qualidades no esp&iacute;rito de uma pessoa est&atilde;o a mover-se em profecia, ou pior, pensam que s&atilde;o profetas. Mas apenas se tornaram bons a perceber, no seu esp&iacute;rito, as qualidades do esp&iacute;rito de outra pessoa. Isto tamb&eacute;m pode ser aprendido entre aqueles que n&atilde;o conhecem o Senhor, por vezes com dem&oacute;nios &mdash; esp&iacute;ritos familiares &mdash; a dizerem &agrave; pessoa coisas sobre outra, com o prop&oacute;sito de manipula&ccedil;&atilde;o ou at&eacute; de abuso.<br />&nbsp;<br /><strong>Percebeste as qualidades do esp&iacute;rito de outra pessoa</strong><br />H&aacute; pessoas de quem gostas e n&atilde;o sabes porqu&ecirc;, tal como h&aacute; pessoas de quem n&atilde;o gostas &mdash; n&atilde;o porque tenham feito algo, simplesmente n&atilde;o &ldquo;encaixa&rdquo;. Percebes que n&atilde;o &eacute; apenas personalidade, h&aacute; algo mais profundo; o teu esp&iacute;rito n&atilde;o gosta do que est&aacute; nelas. Muitas vezes &eacute; porque o teu esp&iacute;rito reconhece algo no esp&iacute;rito (ou alma) delas que entra em conflito com o Esp&iacute;rito de Deus, levando-te a n&atilde;o gostar delas.<br />&nbsp;<br />Vais ao supermercado, fazes compras e sais a pensar se o funcion&aacute;rio ser&aacute; crist&atilde;o, ou pr&oacute;ximo da justi&ccedil;a, porque h&aacute; algo de bom ou pac&iacute;fico &mdash; como um reconhecimento no teu esp&iacute;rito que a tua mente nota sobre essa pessoa. Em Marcos 12:34, Jesus disse ao escriba que respondeu corretamente acerca das Escrituras: <strong>&ldquo;N&atilde;o est&aacute;s longe do Reino de Deus.&rdquo;</strong> Jesus percebeu a condi&ccedil;&atilde;o espiritual daquele homem. N&atilde;o foi uma palavra prof&eacute;tica; foi uma observa&ccedil;&atilde;o baseada no que Ele percebia sobre onde aquele homem estava espiritualmente. N&oacute;s tamb&eacute;m fazemos isso.<br />&nbsp;<br />Al&eacute;m disso, muitos homens e mulheres que sofreram algum tipo de abuso quando eram jovens conseguem perceber no seu esp&iacute;rito quando algu&eacute;m, mesmo que conhe&ccedil;am casualmente, est&aacute; envolvido em lux&uacute;ria ou outras coisas &mdash; porque o seu esp&iacute;rito reconhece o tipo de esp&iacute;ritos que os abusaram quando eram mais novos. O nosso esp&iacute;rito pode perceber, nesse n&iacute;vel de esp&iacute;rito humano para esp&iacute;rito humano, se uma pessoa &eacute; pura ou se algo nela n&atilde;o est&aacute; certo. O mundo chama a isso &ldquo;pressentimento&rdquo; ou &ldquo;intui&ccedil;&atilde;o&rdquo;, pois mesmo pessoas n&atilde;o nascidas de novo continuam a ser esp&iacute;rito, alma e corpo.<br />&nbsp;<br />Se uma pessoa sofreu abuso em crian&ccedil;a, ou cresceu numa casa com dependentes, por exemplo, agora como adulto o seu esp&iacute;rito e alma conseguem perceber que um estranho em p&uacute;blico &eacute; dependente, porque o seu esp&iacute;rito sente os esp&iacute;ritos &agrave; volta desse estranho &mdash; pois esse tipo de esp&iacute;rito estava presente nos seus pais enquanto crescia.<br />&nbsp;<br /><strong>O que foi isso?</strong><br />A profecia simples &eacute; dada por Deus, inspirada pelo Esp&iacute;rito Santo. N&atilde;o se trata de descobrir as qualidades da personalidade ou dos dons de uma pessoa &mdash; embora isso possa fazer parte de uma profecia. A profecia &eacute; definida em 1 Cor&iacute;ntios 14:3: <strong>&ldquo;Mas quem profetiza o faz para a edifica&ccedil;&atilde;o, encorajamento e consola&ccedil;&atilde;o dos homens&rdquo;</strong><strong>. </strong>&Eacute; o Pai, que &eacute; Esp&iacute;rito, a dar revela&ccedil;&atilde;o ao esp&iacute;rito de algu&eacute;m sobre o Seu encorajamento e consolo para outra pessoa. N&atilde;o h&aacute; nada de futuro na profecia simples. Por vezes, para encorajar, o Senhor menciona os dons ou talentos que colocou nessa pessoa, mas isso &eacute; feito dentro de um contexto maior de uma mensagem para ela. Isto porque a profecia continua a ser sobre Jesus, a Sua obra e a Sua vontade.<br />&nbsp;<br />Muitos j&aacute; profetizaram enquanto estavam sentados &agrave; mesa a tomar ch&aacute; ou caf&eacute; com um amigo, e sentiram no seu esp&iacute;rito que o amigo est&aacute; num ponto de decis&atilde;o em algo. Sentem paz em dizer-lhe certas coisas, trazendo conforto &mdash; isso foi profecia. Se veio apenas da tua simpatia como amigo, ent&atilde;o n&atilde;o, foi apenas um amigo a consolar outro. Mas h&aacute; momentos em que nos movemos a partir de um sentir no esp&iacute;rito, uma paz ou inspira&ccedil;&atilde;o para falar &mdash; e isso &eacute; profecia. Os dons do Esp&iacute;rito n&atilde;o v&ecirc;m com r&oacute;tulos nem an&uacute;ncios luminosos: &ldquo;Aten&ccedil;&atilde;o: o que te estou a dar &eacute; uma profecia, coloca um &lsquo;assim diz o Senhor&rsquo; no fim.&rdquo; N&Atilde;O. Paulo chama aos dons de &ldquo;manifesta&ccedil;&atilde;o do espirito&rdquo;, em 1 Cor&iacute;ntios 12:4-7 &ndash; &ldquo;A cada um, por&eacute;m, &eacute; dada a manifesta&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito, visando ao bem comum&rdquo;. &Eacute; algo normal, parte de ser crist&atilde;o &mdash; Cristo em ti a fluir atrav&eacute;s de ti para o benef&iacute;cio de outra pessoa.<br />&nbsp;<br />O contexto do Novo Testamento era o lar, os relacionamentos e as reuni&otilde;es em casa, e &eacute; a&iacute; que todos os dons do Esp&iacute;rito t&ecirc;m a sua primeira utiliza&ccedil;&atilde;o. Um pai a consolar o filho ap&oacute;s um dia dif&iacute;cil pode ser apenas um pai a fazer o que os pais fazem. Mas talvez, ao ouvir o filho, esse pai esteja a pedir ao Pai sabedoria e as palavras certas &mdash; e do seu esp&iacute;rito venha conforto, encorajamento e sabedoria al&eacute;m do que tinha inicialmente. Ele acabou de profetizar, e talvez deu uma palavra de sabedoria ao seu filho. Fluiu do seu esp&iacute;rito, atrav&eacute;s da sua alma, falando com o seu corpo &mdash; consegues sentir esse fluxo, perceb&ecirc;-lo. N&atilde;o h&aacute; nada mais gratificante do que viver da revela&ccedil;&atilde;o do homem espiritual para fora.<br />&nbsp;<br />Uma palavra de sabedoria &eacute; uma instru&ccedil;&atilde;o divina sobre algo futuro &mdash; como o Senhor dar sabedoria a algu&eacute;m sobre como lidar com uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil no trabalho, ou o que partilhar numa entrevista no dia seguinte. Uma palavra de conhecimento &eacute; conhecimento divino sobre algo passado ou presente. E todas estas manifesta&ccedil;&otilde;es do Esp&iacute;rito de Deus s&atilde;o exatamente isso &mdash; manifesta&ccedil;&otilde;es do Esp&iacute;rito.<br />&nbsp;<br /><strong>A profecia n&atilde;o apela ao ego: &ldquo;O testemunho de Jesus &eacute; o esp&iacute;rito de profecia". Apocalipse 19:10. </strong>O contexto &eacute; que o ap&oacute;stolo Jo&atilde;o estava no c&eacute;u e come&ccedil;ou a prostrar-se aos p&eacute;s do homem que lhe mostrava tudo. O homem ficou profundamente perturbado e insistiu que Jo&atilde;o n&atilde;o o fizesse, dizendo que tamb&eacute;m era um servo como ele. Disse que a profecia n&atilde;o era sobre ele, mas que o testemunho de Jesus &eacute; o que est&aacute; no centro da profecia.<br />&nbsp;<br />Isto significa que uma profecia pessoal n&atilde;o te vai exaltar, nem dizer qu&atilde;o grande e poderoso &eacute; o minist&eacute;rio para o qual foste chamado (embora possa indicar o alcance do teu minist&eacute;rio e as dificuldades, como aconteceu com Paulo no caminho de Damasco). Se estiveres a ser usado para dar uma profecia e ela for realmente do Esp&iacute;rito, n&atilde;o sentir&aacute;s ego, nem um &ldquo;uau, sou bom nisto&rdquo; &mdash; nada sobre ti. &Eacute; tudo sobre Jesus, quer estejas a dar ou a receber.<br />&nbsp;<br />Se receberes de algum &ldquo;profeta&rdquo; uma profecia longa e floreada, que ocupa p&aacute;ginas e p&aacute;ginas quando a escreves, n&atilde;o veio de Deus. TALVEZ o primeiro par&aacute;grafo tenha sido pelo Esp&iacute;rito, mas o resto ser&aacute; carne &mdash; tal como me aconteceu naquela confer&ecirc;ncia.<br />&nbsp;<br />Quando o Esp&iacute;rito de Deus fala, todos os exemplos em Atos mostram mensagens curtas, diretas, sem adornos. A profecia &eacute; sobre Jesus, n&atilde;o sobre ti ou sobre mim. Se apela ao ego, se te exalta, se te faz pensar que &eacute;s um presente de Deus para a humanidade &mdash; n&atilde;o &eacute; Deus. Jesus &eacute; manso e humilde de cora&ccedil;&atilde;o, acess&iacute;vel e humilde. Qualquer profecia pessoal ter&aacute; esse esp&iacute;rito de Jesus. Sem ego envolvido.<br />&nbsp;<br />Para a semana: o que faz de um vidente/profeta um vidente/profeta.<br />&nbsp;<br />At&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os,<br />John Fenn<br />cwowi.org e email: cwowi@aol.com<br />&nbsp;</font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Videntes, Profetas, profecia pessoal: Parte 1: “O que é a profecia?” (1/3)]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/videntes-profetas-profecia-pessoal-parte-1-o-que-e-a-profecia-13]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/videntes-profetas-profecia-pessoal-parte-1-o-que-e-a-profecia-13#comments]]></comments><pubDate>Sat, 04 Apr 2026 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/videntes-profetas-profecia-pessoal-parte-1-o-que-e-a-profecia-13</guid><description><![CDATA[Seers, Prophets, personal prophecy: Part 1: 'What is prophecy?'. 1/3Videntes, Profetas, profecia pessoal: Parte 1: &ldquo;O que &eacute; a profecia?&rdquo; (1/3)&nbsp;Ol&aacute; a todos,Existe uma grande confus&atilde;o acerca de videntes, profetas, profecia e profecia pessoal. Nesta primeira li&ccedil;&atilde;o vou partilhar como podemos conhecer as pessoas pelo seu esp&iacute;rito &mdash; e os problemas que isso pode causar.&nbsp;Atra&ccedil;&atilde;o pelo esp&iacute;rito de algu&eacute;m&ldqu [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><font size="1"><strong>Seers, Prophets, personal prophecy: Part 1: 'What is prophecy?'. 1/3</strong><br /></font><strong>Videntes, Profetas, profecia pessoal: Parte 1: &ldquo;O que &eacute; a profecia?&rdquo; (1/3)</strong><br />&nbsp;<br />Ol&aacute; a todos,<br /><br />Existe uma grande confus&atilde;o acerca de videntes, profetas, profecia e profecia pessoal. Nesta primeira li&ccedil;&atilde;o vou partilhar como podemos conhecer as pessoas pelo seu esp&iacute;rito &mdash; e os problemas que isso pode causar.<br />&nbsp;<br /><strong>Atra&ccedil;&atilde;o pelo esp&iacute;rito de algu&eacute;m</strong><br />&ldquo;Assim que daqui por diante a ningu&eacute;m conhecemos segundo a carne (mas pelo esp&iacute;rito), e, ainda que tamb&eacute;m tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora j&aacute; n&atilde;o o conhecemos deste modo. Assim que, se algu&eacute;m est&aacute; em Cristo, nova criatura &eacute;; as coisas velhas j&aacute; passaram; eis que tudo se fez novo. &ldquo; II Cor&iacute;ntios 5:16-17<br />&nbsp;<br />No mundo n&oacute;s reconhecemos, honramos ou conhecemos uma pessoa segundo os padr&otilde;es do mundo: educa&ccedil;&atilde;o, situa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica, profiss&atilde;o, riqueza, e assim por diante. Em Cristo h&aacute; apenas um padr&atilde;o: ter nascido de novo. As medidas terrenas para conhecer algu&eacute;m tornam-se secund&aacute;rias, raz&atilde;o pela qual Paulo disse que, a partir daquele momento, n&atilde;o conheceria ningu&eacute;m segundo os padr&otilde;es mundanos, mas pelo Esp&iacute;rito.<br />&nbsp;<br />Muito dano tem sido causado por pessoas confusas acerca desta realidade do Novo Testamento de conhecer os outros pelo seu esp&iacute;rito. Muitas mulheres j&aacute; se atiraram a um ministro porque o seu esp&iacute;rito se identifica com alguns dos dons no esp&iacute;rito dele, interpretando isso como sendo Deus a dizer-lhes que ele &eacute; o seu futuro marido. E n&atilde;o precisa de ser um ministro &mdash; isto acontece em escolas, igrejas, empresas e at&eacute; em encontros casuais em p&uacute;blico. A atra&ccedil;&atilde;o pelo esp&iacute;rito de algu&eacute;m &eacute; muitas vezes confundida com dire&ccedil;&atilde;o de Deus para um relacionamento. Confundida &mdash; isto significa que n&atilde;o &eacute; Deus, &eacute; simplesmente o esp&iacute;rito de uma pessoa atra&iacute;do pelo esp&iacute;rito de outra.<br />&nbsp;<br />Quando era diretor de uma escola b&iacute;blica, tive a oportunidade de conhecer o grande e amplamente respeitado evangelista T.L. Osborn. A nossa escola funcionava no edif&iacute;cio da sede do seu minist&eacute;rio, e considero esse tempo muito especial. Ele pregava nos nossos cultos na capela, e tive at&eacute; o privil&eacute;gio de me reunir com ele em sua casa.<br />&nbsp;<br />Um dia, depois de ele falar na capela, uma aluna veio ter comigo a chorar, sem saber porqu&ecirc;. Perguntei-lhe o que ela sentia ser a sua chamada, e ela respondeu: &ldquo;Miss&otilde;es.&rdquo; Expliquei-lhe que os dons no esp&iacute;rito dela davam testemunho dos dons no esp&iacute;rito dele &mdash; miss&otilde;es &mdash; e que o esp&iacute;rito dela tinha sido tocado ao ouvir todas as suas experi&ecirc;ncias e as pessoas que ele tinha ganho para o Senhor. Ela conhecia T.L. segundo Cristo presente em ambos.<br />&nbsp;<br /><strong>Outro exemplo</strong><br />Quando tinha 16 anos, conheci uma rapariga na aula de alem&atilde;o do 10.&ordm; ano. O professor formava frequentemente pares, e fui colocado a trabalhar com ela. Entre os exerc&iacute;cios, fomos conversando e conhecendo-nos melhor. Ela era cat&oacute;lica romana, e eu era episcopal (anglicano), o que partilha uma liturgia semelhante ao domingo de manh&atilde;. Um dia ela disse-me: &ldquo;Eu conhe&ccedil;o o Deus por tr&aacute;s da liturgia.&rdquo; E levou-me ao Senhor.<br />&nbsp;<br />Na altura est&aacute;vamos no 10.&ordm; ano, com 16 anos. O namorado dela (e futuro marido) levou-a ao Senhor, ela levou-me a mim, e depois eu levei a minha namorada (e futura esposa, Barb) ao Senhor. No 11.&ordm; ano continu&aacute;mos a amizade ao fazer o segundo ano de alem&atilde;o. No &uacute;ltimo ano do liceu, fui eleito rei do baile e ela rainha do baile.<br />&nbsp;<br />Sempre amei o esp&iacute;rito dela. Serei sempre grato por ela ter partilhado Jesus comigo, e continuamos todos em contacto at&eacute; hoje. Amo o seu esp&iacute;rito desde o in&iacute;cio. Admiro a sua alma, e sempre tivemos uma rela&ccedil;&atilde;o de irm&atilde;o e irm&atilde;. Nunca, nem eu nem ela, pensar&iacute;amos em ir al&eacute;m de amar e apreciar os nossos esp&iacute;ritos.<br />&nbsp;<br />Mas algumas pessoas desenvolvem uma amizade com algu&eacute;m no trabalho, ou um pastor com um l&iacute;der de louvor, ou dois vizinhos, e confundem a atra&ccedil;&atilde;o pelo esp&iacute;rito (ou pela alma) com amor, com Deus, com a vontade de Deus &mdash; como se Deus lhes tivesse dito que aquela pessoa ser&aacute; o seu c&ocirc;njuge&hellip; quando n&atilde;o &eacute; nada disso. &Eacute; apenas a perce&ccedil;&atilde;o de quem a outra pessoa &eacute; no seu esp&iacute;rito. Muitas vezes, a pessoa envolve-se emocionalmente, diz: &ldquo;Deus disse-me que &eacute; o meu marido/minha mulher&rdquo;, e depois pergunta-se porque Deus n&atilde;o disse o mesmo &agrave; outra pessoa. Somos esp&iacute;rito, alma e corpo. N&atilde;o ultrapasses essa linha. Percebe se est&aacute;s atra&iacute;do pelo esp&iacute;rito dessa pessoa &mdash; talvez pelo esp&iacute;rito e pela alma &mdash; mas se j&aacute; existem limites estabelecidos, n&atilde;o os ultrapasses.<br />&nbsp;<br />A ideia de que os nossos esp&iacute;ritos podem perceber o que est&aacute; no esp&iacute;rito de outra pessoa n&atilde;o &eacute; muito ensinada, e o que existe por vezes &eacute; estranho e at&eacute; perturbador.<br />&nbsp;<br /><strong>As pessoas percebem e sentem-se atra&iacute;das pelas qualidades do esp&iacute;rito de outra pessoa e confundem essa atra&ccedil;&atilde;o com amor.</strong><br />Imaginemos um pastor que tem uma mulher solteira na sua congrega&ccedil;&atilde;o que vem pedir-lhe aconselhamento. E se esse pastor percebe no seu esp&iacute;rito as qualidades no esp&iacute;rito dessa mulher &mdash; como Deus a criou e dotou &mdash; e sente atra&ccedil;&atilde;o por isso? Talvez ela tamb&eacute;m seja bonita. Ele pode manipul&aacute;-la e control&aacute;-la, levando-a a encontr&aacute;-lo &agrave; noite, a s&oacute;s no escrit&oacute;rio, ou at&eacute; iniciar uma rela&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima sob o pretexto de que ela precisa disso para ser curada de rela&ccedil;&otilde;es passadas&hellip; e muitas outras coisas m&aacute;s que acontecem no corpo de Cristo. Jesus definiu o adult&eacute;rio em Mateus 5:28 como o imaginar com desejo outra pessoa. Ao longo dos anos vi muitos pastores envolvidos em m&uacute;ltiplos adult&eacute;rios &mdash; imagina&ccedil;&otilde;es nas suas mentes sobre mulheres da congrega&ccedil;&atilde;o ou das equipas de louvor &mdash; e ajudei alguns a recuar antes de cair.<br />&nbsp;<br />Isto pode acontecer em qualquer &aacute;rea: neg&oacute;cios, ind&uacute;stria, amizades, bem como na igreja. O nosso mundo est&aacute; t&atilde;o corrompido que alguns sugerem que Maria Madalena e Jesus eram um casal &mdash; at&eacute; escritos her&eacute;ticos antigos o insinuam. As mentes est&atilde;o t&atilde;o corrompidas que n&atilde;o conseguem imaginar uma mulher, de quem foram expulsos sete dem&oacute;nios, a amar Jesus apenas a n&iacute;vel espiritual &mdash; pensam que teve de haver algo f&iacute;sico, mas n&atilde;o houve. N&oacute;s n&atilde;o amamos Jesus a partir do nosso esp&iacute;rito? Isso &eacute; pureza. O nosso esp&iacute;rito d&aacute; testemunho, juntamente com o Esp&iacute;rito Santo, de que somos filhos do Pai e de que Cristo est&aacute; em n&oacute;s. &Eacute; por isso que Paulo escreve em I Tim&oacute;teo 5:2 que devemos tratar as mulheres mais velhas como m&atilde;es e as mais novas como irm&atilde;s &mdash; ou seja, amar os seus esp&iacute;ritos, dar-lhes respeito e honra, e n&atilde;o ultrapassar limites.<br />&nbsp;<br />H&aacute; anos atr&aacute;s fui orador numa confer&ecirc;ncia &ldquo;apost&oacute;lica&rdquo;. Enquanto aguardava a minha vez de pregar numa sala lateral, algumas pessoas que serviam &aacute;gua e lanches quiseram impor as m&atilde;os sobre mim e profetizar. Eu permiti. O que disseram inicialmente estava certo &mdash; que em breve eu entraria num novo tipo de minist&eacute;rio, entre outras coisas. Mas quando agradeci e me levantei, insistiram para eu voltar a sentar-me &ldquo;para ver o que mais o Senhor poderia dizer&rdquo;. Concordei. O que disseram depois j&aacute; n&atilde;o vinha do Senhor, mas do que o esp&iacute;rito deles percebia no meu esp&iacute;rito. Tudo o que disseram que Deus me levaria a fazer no futuro, eu j&aacute; estava a fazer. Eles n&atilde;o sabiam que eu j&aacute; era diretor de uma grande escola b&iacute;blica, ensinava quase diariamente, supervisionava uma grande equipa numa Mega Igreja e substitu&iacute;a o pastor aos domingos e quartas-feiras quando ele viajava. As &ldquo;palavras prof&eacute;ticas&rdquo;, todas no futuro, diziam que eu iria ensinar, administrar, liderar equipas&hellip; tudo aquilo que j&aacute; fazia. Como falharam isso?<br />&nbsp;<br />A primeira vez foi o Senhor. A segunda foi apenas a perce&ccedil;&atilde;o do esp&iacute;rito deles acerca do meu esp&iacute;rito &mdash; estavam a conhecer-me como Paulo disse: pelo Esp&iacute;rito, pois o esp&iacute;rito &eacute; nova cria&ccedil;&atilde;o em Cristo. Muitos chamados profetas constroem o seu minist&eacute;rio n&atilde;o na verdadeira profecia, mas na perce&ccedil;&atilde;o do esp&iacute;rito das pessoas, transformando isso num &ldquo;assim diz o Senhor&rdquo;. E &eacute; por a&iacute; que continuaremos na pr&oacute;xima semana.<br />&nbsp;<br />At&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os,<br />John Fenn<br />cwowi.org | cwowi@aol.com<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br /></font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Porquê o Deserto? O lugar do silêncio. 3 de 3]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/porque-o-deserto-o-lugar-do-silencio-3-de-3]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/porque-o-deserto-o-lugar-do-silencio-3-de-3#comments]]></comments><pubDate>Sat, 28 Mar 2026 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/porque-o-deserto-o-lugar-do-silencio-3-de-3</guid><description><![CDATA[Why the Wilderness? The place of silence. 3 of 3Porqu&ecirc; o Deserto? O lugar do sil&ecirc;ncio. 3 de 3&#8203;Ol&aacute; a todos,&nbsp;Alguma vez estiveste num deserto? N&atilde;o h&aacute; muito por l&aacute; al&eacute;m de rochas, areia e algumas plantas. &Eacute; de cor bege e parece estender-se para sempre. &Eacute; simples e b&aacute;sico. &Eacute; como uma tigela de papa de aveia. N&atilde;o h&aacute; nada visual que te distraia, e n&atilde;o h&aacute; ru&iacute;do al&eacute;m do ocasion [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><font size="1"><strong>Why the Wilderness? The place of silence. 3 of 3</strong><br /></font><strong>Porqu&ecirc; o Deserto? O lugar do sil&ecirc;ncio. 3 de 3<br />&#8203;</strong><br />Ol&aacute; a todos,<br />&nbsp;<br />Alguma vez estiveste num deserto? N&atilde;o h&aacute; muito por l&aacute; al&eacute;m de rochas, areia e algumas plantas. &Eacute; de cor bege e parece estender-se para sempre. &Eacute; simples e b&aacute;sico. &Eacute; como uma tigela de papa de aveia. N&atilde;o h&aacute; nada visual que te distraia, e n&atilde;o h&aacute; ru&iacute;do al&eacute;m do ocasional canto de um p&aacute;ssaro. A sua beleza reside na sua austeridade. Experimentar o deserto &aacute;rido &eacute; experimentar um lugar de sil&ecirc;ncio, de estar sozinho para observar, refletir e estar a s&oacute;s com os seus pensamentos.<br />&nbsp;<br />O sil&ecirc;ncio tem sido, desde h&aacute; muito, uma pedra angular do juda&iacute;smo. Os sacerdotes desempenhavam as suas fun&ccedil;&otilde;es no templo em sil&ecirc;ncio. Quando sacrificavam um animal ou ofereciam cereais, faziam-no em sil&ecirc;ncio. Em contraste, outras religi&otilde;es concentram-se em c&acirc;nticos, gongos, m&uacute;sicas, ora&ccedil;&otilde;es e semelhantes enquanto os seus sacerdotes exercem as suas fun&ccedil;&otilde;es. O rabino Abahu disse que, quando Deus deu os Mandamentos a Mois&eacute;s, todo o povo ficou em sil&ecirc;ncio, e at&eacute; o mundo ficou em sil&ecirc;ncio. O jejum de palavras tem sido, desde h&aacute; muito, parte do juda&iacute;smo e do cristianismo &mdash; os monges, em particular, s&atilde;o conhecidos por praticarem votos de sil&ecirc;ncio.<br />&nbsp;<br />Quando o profeta Elias estava na caverna, ap&oacute;s o seu confronto com os profetas de Baal, encontrou Deus n&atilde;o no vento forte, n&atilde;o no fogo ou no terramoto, mas numa &ldquo;voz mansa e delicada&rdquo;. Em hebraico: <em>kol demamah dakah</em>, literalmente &ldquo;o som de um sil&ecirc;ncio subtil&rdquo;. S&oacute; O consegues ouvir quando n&atilde;o est&aacute;s a falar. Quando n&atilde;o est&aacute;s a louvar. Quando n&atilde;o est&aacute;s a orar.<br />&nbsp;<br />Muitos perceberam que foram criados para ouvir a Sua voz num determinado lugar e num certo estado de mente. Talvez seja enquanto trabalham no jardim, talvez na natureza, talvez num banho quente. Parece que o Senhor nos encontra ali e, na nossa ignor&acirc;ncia, podemos pensar que Ele prefere um determinado local. Mas a verdade &eacute; que esse &eacute; o lugar onde entramos em neutralidade, quando todas as outras distra&ccedil;&otilde;es s&atilde;o desligadas. Primeiro tomamos consci&ecirc;ncia da Sua presen&ccedil;a, depois das Suas palavras.<br />&nbsp;<br /><strong>Duas partes para ouvir</strong><br />Quando estou no meu escrit&oacute;rio em casa, h&aacute; muitas vezes em que ou&ccedil;o a Barb noutro ponto da casa a chamar por mim. Mas n&atilde;o consigo perceber o que ela est&aacute; a dizer &mdash; ou&ccedil;o a sua voz, sei que est&aacute; a dizer algo, mas n&atilde;o consigo distinguir as palavras. Tenho de me aproximar para entender. Em hebraico, quem fala &eacute; o <em>medaber</em>, e aquilo que &eacute; dito &eacute; o <em>medubar</em>.<br />&nbsp;<br />Quantas vezes percebemos no nosso esp&iacute;rito uma dire&ccedil;&atilde;o, e depois a nossa mente argumenta contra isso e fazemos o que queremos, s&oacute; para mais tarde percebermos que era o Senhor? Ouvimos a voz e talvez at&eacute; compreendemos o essencial da instru&ccedil;&atilde;o, mas decidimos agir segundo o que a nossa mente nos dizia. S&atilde;o necess&aacute;rias ambas as partes &mdash; primeiro perceber que Ele est&aacute; a falar, depois discernir o que Ele est&aacute; a comunicar. Com o Senhor, Ele pode &ldquo;transferir&rdquo; um cap&iacute;tulo inteiro que temos dificuldade em expressar em palavras, porque a revela&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o vasta e liga tantos &ldquo;pontos&rdquo; na nossa vida.<br />&nbsp;<br />Mas tudo come&ccedil;a com o sil&ecirc;ncio. &Eacute; nesse sil&ecirc;ncio que sabemos que somos amados, acolhidos e ouvidos. N&atilde;o estamos sozinhos. Mas essa consci&ecirc;ncia &eacute; subtil, no nosso esp&iacute;rito, essa voz mansa e delicada que, por vezes, n&atilde;o &eacute; mais do que uma profunda paz interior. Mas &eacute; suficiente, se deixarmos que seja suficiente. H&aacute; tanta riqueza, tanta profundidade, apenas em sentir a Sua presen&ccedil;a, que, uma vez notada, &eacute; como atravessar os port&otilde;es de uma grande propriedade. H&aacute; demasiado para explorar de uma s&oacute; vez, e queremos parar, absorver e contemplar tudo &mdash; assim &eacute; a Sua presen&ccedil;a no nosso esp&iacute;rito, percebida no meio do sil&ecirc;ncio.<br />&nbsp;&nbsp;<br /><strong>Considera&hellip;</strong><br />Deus falou e o universo passou a existir. Por isso, as ora&ccedil;&otilde;es s&atilde;o importantes. Mas, entre as palavras d&rsquo;Ele e as nossas, h&aacute; momentos de sil&ecirc;ncio. Colocamos um ponto final no fim de uma frase para marcar o sil&ecirc;ncio, o fim do discurso. Colocamos um ponto de exclama&ccedil;&atilde;o para enfatizar uma ideia ou emo&ccedil;&atilde;o. Mas depois desse ponto ou exclama&ccedil;&atilde;o h&aacute; um espa&ccedil;o de sil&ecirc;ncio. As palavras s&atilde;o importantes na ora&ccedil;&atilde;o, mas o sil&ecirc;ncio &eacute; igualmente importante. Sem sil&ecirc;ncio entre as palavras, n&atilde;o compreender&iacute;amos o seu significado.<br />&nbsp;<br />A escurid&atilde;o entre as estrelas no c&eacute;u noturno d&aacute;-lhes defini&ccedil;&atilde;o e dimens&atilde;o. O tempo de pausa num evento desportivo &eacute; o sil&ecirc;ncio entre a a&ccedil;&atilde;o, que permite pensar, planear e define o que acontece a seguir no jogo. Abrandamos a nossa fala em momentos solenes, como casamentos e funerais, para permitir per&iacute;odos de sil&ecirc;ncio para reflex&atilde;o. N&atilde;o podemos ter palavras sem tamb&eacute;m termos sil&ecirc;ncio entre elas. &Eacute; pela aus&ecirc;ncia de palavras que conhecemos o sil&ecirc;ncio.<br /><strong>&ldquo;<strong>Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus</strong>.&rdquo;</strong> &mdash; Salmo 46:10<br />&nbsp;<br />A palavra &ldquo;selah&rdquo; &eacute; usada 71 vezes em 39 Salmos e tem sido alvo de grande debate quanto ao seu significado. Era usada para indicar uma pausa, tal como uma fermata &eacute; usada hoje na escrita musical. Uma fermata &eacute; chamada de &ldquo;olho de p&aacute;ssaro&rdquo; ou &ldquo;olho de ciclope&rdquo;, porque &eacute; um ponto com um arco por cima. Significa fazer uma pausa depois de a nota ser sustentada, ao crit&eacute;rio do int&eacute;rprete ou m&uacute;sico.<br />&nbsp;<br />A raiz de &ldquo;selah&rdquo; significa, de forma semelhante, &ldquo;pausar&rdquo;, &ldquo;suspender&rdquo; ou &ldquo;ficar pendente&rdquo;. Sem um &ldquo;selah&rdquo; no final de um vers&iacute;culo, a pessoa seguiria diretamente para o pr&oacute;ximo sem parar em sil&ecirc;ncio para refletir sobre o ponto acabado de fazer. Quantas vezes sentimos uma dire&ccedil;&atilde;o do Senhor e simplesmente continuamos a nossa vida sem parar para fazer um &ldquo;selah&rdquo;, para pausar, para permanecer naquele &uacute;ltimo pensamento, naquela &uacute;ltima revela&ccedil;&atilde;o que recebemos? Recebe esse <em>rhema</em>, depois volta atr&aacute;s e &ldquo;mastiga-o&rdquo; mais um pouco, extraindo todo o alimento espiritual.<br />&nbsp;<br /><strong>A ora&ccedil;&atilde;o &eacute; o ve&iacute;culo pelo qual os nossos pedidos s&atilde;o transportados; o sil&ecirc;ncio leva-nos &agrave; Sua presen&ccedil;a.</strong><br />A cultura ensina-nos que o sil&ecirc;ncio &eacute; um vazio a ser preenchido. Nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o, o &ldquo;sil&ecirc;ncio morto&rdquo; &eacute; algo a evitar. T&ecirc;m de preencher o sil&ecirc;ncio com palavras e/ou imagens. O sil&ecirc;ncio &eacute; visto como vazio. O sil&ecirc;ncio &eacute; associado &agrave; solid&atilde;o. Por isso, as nossas ora&ccedil;&otilde;es tendem a misturar-se com todos os outros sons, e torna-se dif&iacute;cil discernir a voz do Pastor entre tantos. Temos de parar de ouvir essas outras vozes at&eacute; chegarmos ao ponto em que a Sua voz se destaca sozinha no sil&ecirc;ncio.<br />&nbsp;<br />Mas, em Cristo, o sil&ecirc;ncio tem subst&acirc;ncia. O sil&ecirc;ncio requer duas partes: silenciar a l&iacute;ngua e silenciar a alma. O sil&ecirc;ncio da l&iacute;ngua abre a porta ao sil&ecirc;ncio da alma. Tamb&eacute;m abre a porta ao amor, &agrave; empatia, &agrave; reflex&atilde;o e a ajustes pessoais de rumo. Andam juntos &mdash; tal como n&atilde;o conseguimos definir palavras sem o sil&ecirc;ncio entre elas, tamb&eacute;m n&atilde;o conseguimos definir verdadeiramente a nossa caminhada com Deus sem per&iacute;odos de sil&ecirc;ncio. Mas o sil&ecirc;ncio &eacute; frequentemente esquecido. Dizemos a Deus o que queremos, declaramos, combatemos, proclamamos, n&oacute;s, n&oacute;s, n&oacute;s. Como podemos esperar ouvir o nosso Pai e Senhor se somos n&oacute;s que falamos o tempo todo? Aprende o sil&ecirc;ncio.<br />&nbsp;<br />Um rabino disse: &ldquo;O clamor que se cont&eacute;m &eacute; o mais poderoso de todos.&rdquo; Outro observou: &ldquo;Um jejum de palavras tem maior poder transformador do que um jejum de comida.&rdquo; No deserto, considera tempos de sil&ecirc;ncio. Na tua vida de ora&ccedil;&atilde;o, assegura-te de dar tempo igual ao sil&ecirc;ncio. &Eacute; assim que tenho vivido durante d&eacute;cadas, e estou convencido de que &eacute; uma das raz&otilde;es pelas quais as revela&ccedil;&otilde;es continuam a fluir. Em momentos em que senti necessidade de mais revela&ccedil;&atilde;o, pe&ccedil;o ao Pai aquilo que Paulo pediu por causa dos ef&eacute;sios em 1:17-19: <strong>&ldquo;<strong>Pe&ccedil;o que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o glorioso Pai, lhes d&ecirc; esp&iacute;rito de sabedoria e de revela&ccedil;&atilde;o, no pleno conhecimento dele. Oro tamb&eacute;m para que os olhos do cora&ccedil;&atilde;o de voc&ecirc;s sejam iluminados, a fim de que voc&ecirc;s conhe&ccedil;am a esperan&ccedil;a para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa heran&ccedil;a dele nos santos &nbsp;e a incompar&aacute;vel grandeza do seu poder para connosco, os que cremos, conforme a atua&ccedil;&atilde;o da sua poderosa for&ccedil;a.&rdquo;</strong></strong><br />&nbsp;<br />No deserto, a nuvem est&aacute; ali. Os Seus milagres est&atilde;o ali. V&ecirc;-os. Pensa neles. Talvez, como os sacerdotes, tenhas um tempo em que desempenhas as tuas tarefas em sil&ecirc;ncio, para examinar o teu cora&ccedil;&atilde;o, pois o deserto n&atilde;o est&aacute; l&aacute; para te tentar para o mal, mas para provar aquilo que Ele sabe que est&aacute; dentro de ti, para que tu tamb&eacute;m o possas conhecer. ENT&Atilde;O sair&aacute;s do deserto mais forte do que antes. O deserto &eacute; apenas um momento na tua vida eterna &mdash; n&atilde;o o transformes numa vida inteira.<br />&nbsp;<br />Novo tema na pr&oacute;xima semana, at&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os,<br />John Fenn<br />cwowi.org e email: cwowi@aol.com<br />&nbsp;<br /></font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Porquê o Deserto? Ternura no deserto. 2 de 3]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/porque-o-deserto-ternura-no-deserto-2-de-3]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/porque-o-deserto-ternura-no-deserto-2-de-3#comments]]></comments><pubDate>Sat, 21 Mar 2026 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/porque-o-deserto-ternura-no-deserto-2-de-3</guid><description><![CDATA[Why the Wilderness? Tenderness in the wilderness. 2 of 3Porqu&ecirc; o Deserto? Ternura no deserto. 2 de 3Ol&aacute; a todos,&nbsp;&Agrave; procura de ternura no desertoMuitas vezes, uma pessoa sente-se como se estivesse num deserto por causa de uma promessa n&atilde;o cumprida. Colocou as suas expectativas na forma como acredita que essa promessa se concretizar&aacute; e, quando isso n&atilde;o acontece no prazo ou da maneira que imaginava, a sua f&eacute; &eacute; abalada. Muitas vezes, isso a [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><font size="1"><strong>Why the Wilderness? Tenderness in the wilderness. 2 of 3</strong><br /></font><strong>Porqu&ecirc; o Deserto? Ternura no deserto. 2 de 3<br /></strong><br />Ol&aacute; a todos,<br />&nbsp;<br /><strong>&Agrave; procura de ternura no deserto</strong><br />Muitas vezes, uma pessoa sente-se como se estivesse num deserto por causa de uma promessa n&atilde;o cumprida. Colocou as suas expectativas na forma como acredita que essa promessa se concretizar&aacute; e, quando isso n&atilde;o acontece no prazo ou da maneira que imaginava, a sua f&eacute; &eacute; abalada. Muitas vezes, isso acontece porque criamos uma estrutura atrav&eacute;s da qual acreditamos que Deus atua. Quando o Pai nos desilude por n&atilde;o fazer aquilo que se encaixa na nossa estrutura do que pensamos serem os Seus caminhos e a Sua Palavra, isso pode lan&ccedil;ar-nos num deserto de desconfian&ccedil;a.<br />&nbsp;<br />Esses momentos de desilus&atilde;o, e de Deus fazer ou n&atilde;o fazer as coisas conforme pens&aacute;vamos, levam-nos a examinar aquilo em que acreditamos e porqu&ecirc;. Depois da desilus&atilde;o, depois da ira, vem a introspe&ccedil;&atilde;o &mdash; um processo que pode levar anos. Mas o Pai &eacute; Mestre em usar aquilo que nos leva a question&aacute;-Lo para nos transformar e ensinar, provando o que realmente est&aacute; no nosso cora&ccedil;&atilde;o. O deserto traz &agrave; superf&iacute;cie as partes mais profundas do nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que possamos confirmar aquilo em que acreditamos ou arrepender-nos e mudar.<br />&nbsp;<br /><strong>Como Deus usou o deserto de Israel: Deuteron&oacute;mio 8:1-7</strong><br />Deuteron&oacute;mio cont&eacute;m as &uacute;ltimas palavras de Mois&eacute;s, dirigidas aos filhos daqueles que sa&iacute;ram do Egito, mas morreram no deserto. Era essa a gera&ccedil;&atilde;o que entraria na Terra Prometida. Em Deuteron&oacute;mio 8:1, o Senhor diz aos filhos que a Sua inten&ccedil;&atilde;o &eacute; prepar&aacute;-los para entrarem na Terra Prometida de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o que tinha prometido aos seus antepassados e pais.<br />&nbsp;<br />Com esse prop&oacute;sito, Ele continua no vers&iacute;culo 2: &ldquo;Lembrem-se de como o Senhor, o seu Deus, os conduziu por todo o caminho no deserto durante estes quarenta anos, para os humilhar e <u>p&ocirc;r &agrave; prova</u>, a fim de <u>conhecer o que estava no cora&ccedil;&atilde;o</u> de voc&ecirc;s, se iriam ou n&atilde;o obedecer aos seus mandamentos.&rdquo;<br />&nbsp;<br />A palavra traduzida como &ldquo;provar&rdquo; ou &ldquo;testar&rdquo; &eacute; o hebraico <em>nasah</em>, usada tamb&eacute;m em G&eacute;nesis 22:1, onde se diz que &ldquo;Deus p&ocirc;s Abra&atilde;o &agrave; prova&rdquo; ao pedir-lhe Isaque. Estudiosos judeus e crist&atilde;os salientam que &ldquo;provar&rdquo; n&atilde;o significa uma tenta&ccedil;&atilde;o para o mal, nem um teste para que Deus soubesse o que estava no cora&ccedil;&atilde;o de Abra&atilde;o ou de Israel. N&atilde;o &mdash; significa &ldquo;para que o conhecimento (do que est&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o) surja neles&rdquo;. O Pai sabe tudo; portanto, um tempo de deserto, que &eacute; um tempo de prova, n&atilde;o &eacute; para benef&iacute;cio d&rsquo;Ele, para que saiba o que est&aacute; no nosso cora&ccedil;&atilde;o, mas para nosso benef&iacute;cio &mdash; para que n&oacute;s o saibamos.<br />&nbsp;<br />H&aacute; v&aacute;rias outras passagens no Antigo Testamento que mostram que o Pai usa este mesmo m&eacute;todo repetidamente: &ldquo;Deus o deixou (Ezequias), para o provar e para conhecer tudo o que havia no seu cora&ccedil;&atilde;o.&rdquo; 2 Cr&oacute;nicas 32:31, Ju&iacute;zes 2:22, 2 Cr&oacute;nicas 9:1 &mdash; 36 ocorr&ecirc;ncias desta mesma palavra com o mesmo prop&oacute;sito. Deus n&atilde;o est&aacute; a fazer isto contra ti, mas est&aacute; a usar o teu deserto para que possas conhecer o que est&aacute; no teu cora&ccedil;&atilde;o. Sim, &eacute; uma prova. Sim, &eacute; para revelar o que est&aacute; no teu cora&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o para colocar um obst&aacute;culo diante de ti. Em <strong>Tiago 1:13 diz</strong> &ldquo;Quando algu&eacute;m for tentado, jamais dever&aacute; dizer: &lsquo;Estou sendo tentado por Deus&rsquo;. Pois Deus n&atilde;o pode ser tentado pelo mal, e a ningu&eacute;m tenta.&rdquo; Portanto, Deus n&atilde;o permite um deserto para tornar a vida dif&iacute;cil, mas para que possas conhecer o teu pr&oacute;prio cora&ccedil;&atilde;o e a profundidade do teu compromisso com Cristo.<br />&nbsp;<br /><strong>Ternura no deserto</strong><br />O deserto n&atilde;o &eacute; algo pelo qual queremos voltar a passar, mas cont&eacute;m milagres conhecidos apenas por n&oacute;s. No que diz respeito a Israel, o Senhor via aquele tempo no deserto como algo &iacute;ntimo, apenas entre Ele e o Seu povo. Mois&eacute;s foi instru&iacute;do a dizer ao fara&oacute; em &Ecirc;xodo 4:22: &ldquo;Israel &eacute; o meu filho, o meu primog&eacute;nito.&rdquo; Mais tarde, em Oseias, olhando para tr&aacute;s, o Senhor disse: &ldquo;Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei o meu filho.&rdquo; (Oseias 11:1). Esta n&atilde;o &eacute; a voz de um senhor duro, mas de um Pai amoroso que ajuda o Seu filho a crescer.<br />&nbsp;<br />Alguns de n&oacute;s lembram-se dos nossos pr&oacute;prios pais, ou talvez do primeiro emprego, quando fomos obrigados a continuar a trabalhar mesmo cansados, com fome, sede, cheios de bolhas e sujos &mdash; mas o nosso pai, ou chefe, fez-nos esfor&ccedil;ar, e descobrimos que &eacute;ramos mais fortes do que pens&aacute;vamos. Muitos passam por desafios extremos na vida &mdash; div&oacute;rcio, morte de entes queridos, fal&ecirc;ncia, despedimentos, mudan&ccedil;as inesperadas &mdash; e descobrem que s&atilde;o mais fortes do que imaginavam. Mas esses momentos n&atilde;o est&atilde;o isentos da compaix&atilde;o, instru&ccedil;&atilde;o e ternura do Senhor. Ele esteve sempre l&aacute; &mdash; muitas vezes s&oacute; o percebemos mais tarde.<br />&nbsp;<br />Mesmo quando Israel mais tarde se afastou do Senhor, num outro tipo de deserto espiritual, em Oseias 2:14, 19-20 o Senhor muda a Sua linguagem de Pai para filho, para a de um marido que perdoa uma esposa infiel: &ldquo;Por isso agora vou atra&iacute;-la; vou lev&aacute;-la para o deserto e falar-lhe com carinho.&rdquo; E &ldquo;Eu me casarei com voc&ecirc; para sempre; eu me casarei com voc&ecirc; com justi&ccedil;a, com retid&atilde;o, com amor leal e com compaix&atilde;o. Eu me casarei com voc&ecirc; com fidelidade, e voc&ecirc; reconhecer&aacute; o Senhor.&rdquo; Palavras de ternura s&atilde;o recebidas no deserto. Procura a Sua ternura.<br />&nbsp;<br /><strong>&ldquo;Nem s&oacute; de p&atilde;o viver&aacute; o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus&hellip;&rdquo;</strong><br />Acima mencionei parte de Deuteron&oacute;mio 8:2, sobre como o Senhor usou o deserto para que provassem o que estava no seu cora&ccedil;&atilde;o. No vers&iacute;culo seguinte, o 3, Ele diz que queria que aprendessem: &ldquo;&hellip;que nem s&oacute; de p&atilde;o viver&aacute; o homem, mas de toda palavra que procede da boca do Senhor.&rdquo;<br />&nbsp;<br />Isto &eacute; uma declara&ccedil;&atilde;o de ternura &mdash; confirmando o que foi dito em Oseias, de que o Senhor nos fala no meio do nosso deserto. Esta passagem &eacute; tamb&eacute;m citada por Jesus quando esteve no deserto, sendo tentado por Satan&aacute;s: Em <strong>Mateus 4:4 Ele a usou quando se recusou a transformar pedras em p&atilde;o.</strong> A palavra que Jesus usou para &ldquo;palavra de Deus&rdquo; &eacute; <em>rhema</em>, n&atilde;o <em>logos</em>. <em>Logos</em> &eacute; o todo da Palavra de Deus, o conjunto completo do Seu conselho &mdash; e &eacute; usado para descrever Jesus como a Palavra de Deus feita carne. &Eacute; desde G&eacute;nesis at&eacute; Apocalipse &mdash; todo o conselho de Deus &mdash; e tamb&eacute;m esse mesmo conselho encarnado na pessoa de Jesus Cristo. <em>Logos</em>.<br />&nbsp;<br />Mas, a partir do <em>logos</em>, do todo da Palavra de Deus, surge uma palavra espec&iacute;fica para n&oacute;s individualmente &mdash; isso &eacute; <em>rhema</em>. Refere-se a uma palavra pessoal, uma revela&ccedil;&atilde;o pessoal de Deus para n&oacute;s. Recebeste <em>rhema</em> acerca de Jesus e respondeste crendo n&rsquo;Ele. Compreender a diferen&ccedil;a entre <em>logos</em> e <em>rhema</em> pode transformar completamente a tua compreens&atilde;o do Novo Testamento &mdash; e certamente da tua experi&ecirc;ncia no deserto. <em>Rhema</em> pode ser uma revela&ccedil;&atilde;o, uma dire&ccedil;&atilde;o, um testemunho interior, algo discernido no esp&iacute;rito, ou uma palavra direta.<br />&nbsp;<br />Jesus, quando foi tentado, equiparou a fome por uma palavra <em>rhema</em> &agrave; fome por alimento. N&atilde;o a fome pelo <em>logos</em> (o conselho geral de Deus), mas devemos ter fome de uma palavra do Senhor &mdash; uma revela&ccedil;&atilde;o, um ensinamento pessoal ou insight espiritual &mdash; com a mesma prioridade que damos &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es. Deixa isso penetrar: n&atilde;o vivemos apenas de p&atilde;o, mas de cada palavra pessoal que Deus nos dirige.<br />&nbsp;<br /><strong>Foste salvo por teres recebido uma palavra rhema</strong><br />Por exemplo em <strong>Romanos 10:17 diz que </strong>a f&eacute; vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem &eacute; ouvida mediante a palavra de Cristo.&rdquo; (F&eacute; vem por ouvir e ouvir a Palavra de Deus). Aqui, &ldquo;palavra&rdquo; &eacute; <em>rhema</em>, n&atilde;o <em>logos</em>. A f&eacute; n&atilde;o vem por ler dois cap&iacute;tulos da B&iacute;blia por dia. A f&eacute; n&atilde;o vem por memorizar um vers&iacute;culo por dia. A f&eacute; n&atilde;o vem por ouvir um serm&atilde;o. Tudo isso &eacute; <em>logos</em> &mdash; o conselho geral de Deus para todos. &Eacute; bom, mas n&atilde;o gera f&eacute;. A f&eacute; vem ao receber <em>rhema</em> &mdash; uma palavra pessoal de Deus para a tua situa&ccedil;&atilde;o. &Eacute; quando ouves algu&eacute;m ensinar e, de repente, aquilo ressoa em ti; ou sentes alegria no esp&iacute;rito; ou uma frase faz com que tudo o que viveste e acreditaste passe a fazer sentido. ISSO &eacute; <em>rhema</em>. E o contexto original compara ouvir a Deus com alimentar-se, especialmente enquanto estamos no deserto.<br />&nbsp;<br />Por vezes, uma pessoa precisa de estar mesmo muito profundamente no seu deserto antes de chegar a esse ponto de desespero. &Eacute; muito mais f&aacute;cil enviar um email a algu&eacute;m ou ir a uma reuni&atilde;o esperando que Deus use outra pessoa para nos dar uma palavra, do que pagar o pre&ccedil;o de estar diante d&rsquo;Ele &mdash; adorar, escutar por si mesmo&hellip; Ele est&aacute; l&aacute;, com ternura, e usa esse tempo para revelar o que est&aacute; no teu cora&ccedil;&atilde;o. Isso muitas vezes requer sil&ecirc;ncio &mdash; e partilharei sobre isso e como o fazer na pr&oacute;xima semana.<br />&nbsp;<br />At&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os,<br />John Fenn<br />cwowi.org e email: cwowi@aol.com<br />&nbsp;<br /></font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Porquê o deserto? 1/3]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/porque-o-deserto-13]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/porque-o-deserto-13#comments]]></comments><pubDate>Sat, 14 Mar 2026 07:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/porque-o-deserto-13</guid><description><![CDATA[Why the wilderness? 1/3Porqu&ecirc; o deserto? 1/3&nbsp;Ol&aacute; a todos,&#8203;Uma express&atilde;o comum &eacute;: &ldquo;Estou a passar por um deserto.&rdquo; &Agrave;s vezes as pessoas dizem: &ldquo;Deus n&atilde;o est&aacute; a falar comigo&rdquo; ou &ldquo;Sinto como se o Senhor me tivesse deixado.&rdquo; Por vezes algu&eacute;m sente que est&aacute; num deserto se, durante algum tempo, n&atilde;o tem manifestado os dons do Esp&iacute;rito ou n&atilde;o teve um sonho espiritual. Tudo ist [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><strong><font size="1">Why the wilderness? 1/3<br /></font></strong><strong>Porqu&ecirc; o deserto? 1/3</strong><br />&nbsp;<br />Ol&aacute; a todos,<br />&#8203;<br />Uma express&atilde;o comum &eacute;: <em>&ldquo;Estou a passar por um deserto.&rdquo;</em> &Agrave;s vezes as pessoas dizem: <em>&ldquo;Deus n&atilde;o est&aacute; a falar comigo&rdquo;</em> ou <em>&ldquo;Sinto como se o Senhor me tivesse deixado</em><em>.&rdquo;</em> Por vezes algu&eacute;m sente que est&aacute; num deserto se, durante algum tempo, n&atilde;o tem manifestado os dons do Esp&iacute;rito ou n&atilde;o teve um sonho espiritual. Tudo isto, e muito mais, pode levar &agrave; sensa&ccedil;&atilde;o de estar a passar um deserto espiritual.<br />&nbsp;<br />Comparamos o nosso deserto com o de Israel<br />Sentimo-nos como se estiv&eacute;ssemos num lugar seco, tentando chegar a uma Terra espiritual Prometida de realiza&ccedil;&atilde;o, prop&oacute;sito e dire&ccedil;&atilde;o, que nos dar&aacute; paz e proximidade com Deus. Em <strong>1 Cor&iacute;ntios 10:1-13</strong>, Paulo estabelece alguns pontos acerca de Israel, de que todos estiveram sob a mesma nuvem de Deus, todos passaram pelo mesmo mar, todos comeram o mesmo man&aacute;, todos <em>&ldquo;</em><em>beberam da mesma rocha espiritual; e que essa rocha era Cristo&rdquo;</em>. No entanto, Deus n&atilde;o se agradou de alguns deles, porque ca&iacute;ram em pecado sexual, idolatria e cobi&ccedil;a pela relativa abund&acirc;ncia que tinham tido no Egito. Assim, a quest&atilde;o &eacute;: <strong>porqu&ecirc; o deserto e o que devemos esperar dele?</strong> E talvez tamb&eacute;m: <strong>qual deve ser a nossa atitude quando estamos num deserto espiritual?</strong><br />&nbsp;<br />Depois de mencionar Israel no deserto, Paulo disse no v.6 e novamente no v.11: &ldquo;Estas coisas aconteceram-lhes como exemplos e foram escritas como advert&ecirc;ncia para n&oacute;s...&rdquo; A palavra grega traduzida por <em>&ldquo;</em><em>advert&ecirc;ncia</em><em>&rdquo;</em> significa <em>&ldquo;</em><em>chamar a aten&ccedil;&atilde;o para&hellip; , uma repreens&atilde;o leve, um aviso (para que se tome nota)&rdquo;</em><em>.</em> Por outras palavras: <strong>reparem, estudem, aprendam e n&atilde;o cometam os mesmos erros quando estiverem no vosso pr&oacute;prio deserto.</strong><br />&nbsp;<br />Consideremos a experi&ecirc;ncia de Israel no deserto&hellip;<br />O Senhor deu a Israel os <strong>10 Mandamentos</strong> e o restante da <strong>Lei de Mois&eacute;s</strong> enquanto Israel estava no deserto. Naquela altura, cerca de <strong>1400 a.C</strong><strong>.</strong>, nenhuma na&ccedil;&atilde;o era dona daquele deserto. Isto mostra-nos que a Palavra de Deus n&atilde;o pertencia a uma &uacute;nica na&ccedil;&atilde;o. Era para todos, para qualquer pessoa que O quisesse. Podemos tamb&eacute;m dizer que <strong>Jesus</strong> (a Palavra de Deus feita carne) esteve pendurado na cruz <strong>entre a terra e o c&eacute;u</strong>, e nesse lugar interm&eacute;dio que n&atilde;o pertencia a ningu&eacute;m, Ele pagou o pre&ccedil;o por todos.<br />&nbsp;<br />Caso contr&aacute;rio, se Deus tivesse dado a Palavra a Israel <strong>depois de se estabelecerem na terra de Israel</strong>, eles poderiam dizer que nenhuma outra na&ccedil;&atilde;o poderia ter a Palavra de Deus. Se apenas os judeus tivessem crucificado Jesus, poderiam talvez reivindic&aacute;-Lo exclusivamente como seu. Mas na crucifica&ccedil;&atilde;o de Jesus estiveram envolvidos <strong>judeus e gentios (romanos)</strong>. Portanto, a pessoa que &eacute; a <strong>Palavra Viva</strong>, no meio do Seu pr&oacute;prio deserto, <strong>&eacute; para todos os que O quiserem receber</strong>.<br />&nbsp;<br />Consideremos tamb&eacute;m&hellip;<br />Se a Palavra de Deus tivesse sido dada a Israel dentro da terra de Israel, todas as outras na&ccedil;&otilde;es teriam uma desculpa para n&atilde;o receber o Senhor. Poderiam dizer, com justifica&ccedil;&atilde;o, que Ele &eacute; apenas o &ldquo;deus&rdquo; de Israel. Mas n&atilde;o foi assim. Portanto, <strong>ningu&eacute;m tem desculpa</strong>. O deserto n&atilde;o &eacute; desculpa para perder a f&eacute; em Deus, porque <strong>os maiores milagres da exist&ecirc;ncia de Israel aconteceram enquanto vagueavam no deserto</strong>. Ele abriu o mar, transformou &aacute;gua amarga em &aacute;gua doce, fez sair &aacute;gua de uma rocha, deu uma nuvem de dia e fogo de noite, providenciou man&aacute; e codornizes, as roupas e sand&aacute;lias deles n&atilde;o se gastaram, e muito mais &mdash; <strong>tudo enquanto Israel estava no deserto</strong>.<br />&nbsp;<br />Tamb&eacute;m n&oacute;s devemos <strong>procurar os Seus milagres enquanto estamos no nosso deserto</strong>. Alguns deles queixaram-se da forma como o Senhor lhes providenciava alimento (o man&aacute;) &mdash; <strong>n&atilde;o sejamos assim!</strong><br />&nbsp;<br />Este padr&atilde;o de o Senhor dar a Sua Palavra no deserto explica porque, tantas vezes, uma pessoa se aproxima de Deus e se sente espiritualmente forte nesses momentos. Mesmo estando num deserto, <strong>por dentro est&atilde;o fortes</strong>. Eles percebem os &ldquo;pequenos&rdquo; milagres de provis&atilde;o (&agrave;s vezes quase impercet&iacute;veis), mas tamb&eacute;m no <strong>tempo certo, na gra&ccedil;a e em muitos outros sinais de que Ele est&aacute; presente</strong>, e isso traz consolo.<br />&nbsp;<br />H&aacute; anos conduzi um estudo b&iacute;blico numa <strong>penitenci&aacute;ria de m&eacute;dia seguran&ccedil;a</strong>. Os homens naquele estudo b&iacute;blico tinham cometido crimes muito graves e estavam condenados a pris&atilde;o perp&eacute;tua. Estavam num deserto que eles pr&oacute;prios tinham criado &mdash; e onde permaneceriam at&eacute; morrer. Mas <strong>aqueles homens eram mais livres do que muitas pessoas que vivem a sua vida normal fora dos muros da pris&atilde;o</strong>. Eram livres no esp&iacute;rito e na alma. O Senhor era muito real para eles, muito gracioso, e demonstravam verdadeiramente <strong>a alegria e a paz do Senhor no meio da pris&atilde;o e da sua cultura dif&iacute;cil</strong>.<br />&nbsp;<br />Paulo valorizava as suas experi&ecirc;ncias no deserto: &ldquo;Mas ele me disse: &lsquo;A minha gra&ccedil;a &eacute; suficiente para voc&ecirc;, pois o meu poder se aperfei&ccedil;oa (amadurece, &eacute; completo) na fraqueza.&rsquo; Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim.&rdquo; <strong>2 Cor&iacute;ntios 12:9 </strong><br />&nbsp;<br />Cada experi&ecirc;ncia de deserto &eacute; &uacute;nica e profundamente pessoal<br />N&atilde;o pode ser reivindicada por mais ningu&eacute;m e prova que <strong>estamos apenas de passagem</strong>, o que &eacute; importante recordar. Caminhar por um deserto <strong>&eacute; tempor&aacute;rio</strong>, apenas uma esta&ccedil;&atilde;o da vida. Quando o nosso filho mais velho, Chris, teve um <strong>AVC aos 17 anos</strong>, perdendo o uso do bra&ccedil;o esquerdo e grande parte da perna esquerda, o Senhor disse &agrave; Barb: <strong>&ldquo;</strong><strong>Faz disto um momento, n&atilde;o uma vida inteira.&rdquo; </strong>O significado era que, da perspetiva do c&eacute;u, aquilo era apenas um <strong>momento passageiro</strong>, e Ele queria que ela se focasse nessa perspetiva maior no meio da crise.<br />&nbsp;<br />N&atilde;o devemos ficar num lugar onde dizemos que somos v&iacute;timas das circunst&acirc;ncias &mdash; ou que o nosso deserto veio por causa dos pecados de outros. N&atilde;o, n&atilde;o devemos dizer coisas como: &ldquo;Se ao menos os eg&iacute;pcios nos tivessem deixado sair voluntariamente&hellip;&rdquo; isso n&atilde;o &eacute; v&aacute;lido. &ldquo;Se o pastor n&atilde;o tivesse tido um caso com a l&iacute;der de louvor, eu n&atilde;o estaria t&atilde;o zangado com eles e com Deus.&rdquo; &ldquo;Se o pastor n&atilde;o tivesse pecado, n&atilde;o sentiria que todo o meu mundo espiritual desmoronou.&rdquo; N&atilde;o.<br />&nbsp;<br />Independentemente de quem fez o qu&ecirc; e quando, lembre-se deste ditado: <strong>&ldquo;Se n&atilde;o te sentes t&atilde;o pr&oacute;ximo de Deus como antes, adivinha quem se afastou?&rdquo; </strong>Israel teve de passar pelo deserto para chegar &agrave; Terra Prometida. A crucifica&ccedil;&atilde;o de Jesus fez com que os disc&iacute;pulos fugissem em choque e confus&atilde;o. <strong>Mas o dia da ressurrei&ccedil;&atilde;o chegou. </strong>Os desertos fazem parte da vida na terra &mdash; <strong>mas s&atilde;o sazonais</strong>.<br />&nbsp;<br />Pedro escreveu em 2 Pedro 1:4 &ldquo;&hellip; Por meio delas ele nos deu as suas grandiosas e preciosas promessas, <u>para que por elas voc&ecirc;s se tornassem participantes* da natureza divina</u>...&rdquo; Normalmente vemos as promessas de Deus como <strong>ora&ccedil;&otilde;es respondidas</strong>, por isso fazemos tudo para permanecer &ldquo;em f&eacute;&rdquo;. Expulsamos dem&oacute;nios, pedimos ao Pai que envie anjos, talvez jejuemos e oremos enquanto esperamos que a promessa se cumpra. *Do grego: Koinos, comunh&atilde;o, tendo em comum<br />&nbsp;<br />Mas Pedro diz que Ele as d&aacute; <strong>primeiro e acima de tudo para que <u>participemos da Sua natureza divina</u></strong>. Na minha experi&ecirc;ncia, na maioria dos casos, <strong>quanto mais rapidamente me concentro em tornar-me mais semelhante a Cristo e crescer enquanto espero ansiosamente o cumprimento da promessa, mais depressa essa promessa se cumpre</strong>. Em vez de adotar o erro de pensar que tudo depende de mim &mdash; lutar, resistir, repreender, jejuar e orar para ver a resposta &mdash; <strong>eu paro e aproximo-me d&rsquo;Ele</strong>. Fa&ccedil;o tudo o que posso naquele tempo para <strong>desenvolver o car&aacute;ter de Cristo e o fruto do Esp&iacute;rito</strong> enquanto aguardo que a promessa se cumpra. Alinha o teu cora&ccedil;&atilde;o com o prop&oacute;sito mais elevado de Deus ao dar-te a promessa &mdash; <strong>para que participes da natureza divina</strong> &mdash; e o tempo no deserto <strong>encurta muito rapidamente</strong>.<br />&nbsp;<br />Na pr&oacute;xima semana: <strong>Ternura no deserto</strong>. At&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os!<br />&nbsp;<br />John Fenn<br />cwowi.org email: cwowi@aol.com<br />&nbsp;<br /></font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Onde está o Temor a Deus? 1/1]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/onde-esta-o-temor-a-deus-11]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/onde-esta-o-temor-a-deus-11#comments]]></comments><pubDate>Sat, 07 Mar 2026 08:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/onde-esta-o-temor-a-deus-11</guid><description><![CDATA[Where is the fear of God? 1/1Onde est&aacute; o Temor a Deus? 1/1&nbsp;Ol&aacute; a todos,&nbsp;Quando eu era crian&ccedil;a viv&iacute;amos no campo, com uma quinta de cavalos a fazer fronteira com a parte de tr&aacute;s da nossa propriedade. T&iacute;nhamos cerca de 1 hectare, com um pequeno riacho e algumas &aacute;rvores de fruto na colina do outro lado do riacho. T&iacute;nhamos um baloi&ccedil;o e uma caixa de areia mesmo &agrave; sa&iacute;da da porta das traseiras que o meu pai tinha con [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><font size="1"><strong>Where is the fear of God? 1/1</strong><br /></font><strong>Onde est&aacute; o Temor a Deus? 1/1</strong><br />&nbsp;<br />Ol&aacute; a todos,<br />&nbsp;<br />Quando eu era crian&ccedil;a viv&iacute;amos no campo, com uma quinta de cavalos a fazer fronteira com a parte de tr&aacute;s da nossa propriedade. T&iacute;nhamos cerca de 1 hectare, com um pequeno riacho e algumas &aacute;rvores de fruto na colina do outro lado do riacho. T&iacute;nhamos um baloi&ccedil;o e uma caixa de areia mesmo &agrave; sa&iacute;da da porta das traseiras que o meu pai tinha constru&iacute;do para n&oacute;s, os quatro filhos. A quinta de cavalos ao lado tinha um gato que frequentemente vagueava para a nossa propriedade e usava a nossa caixa de areia como uma enorme caixa de areia para gatos. O meu pai detestava aquele gato porque est&aacute;vamos sempre a ter de limpar a caixa de areia antes de podermos brincar nela.<br />&nbsp;<br />Uma tarde eu estava a brincar na caixa de areia quando o meu pai saiu pela porta das traseiras com uma espingarda na m&atilde;o. Eu nem sequer sabia que havia uma arma em casa. Sem hesitar, voltou a praguejar contra o gato, apontou enquanto ele caminhava ao longo da nossa veda&ccedil;&atilde;o traseira, a cerca de 100 metros de dist&acirc;ncia, e com um &uacute;nico tiro matou-o. Naquele momento tive medo do meu pai. Eu devia ter uns 6 ou 7 anos na altura, e sentir medo do meu pai foi uma emo&ccedil;&atilde;o nova para mim. Eu conhecia-o como aquele com quem o c&atilde;o e eu lut&aacute;vamos a brincar, aquele que me cortava o cabelo na cave, aquele que me ensinou a apertar a m&atilde;o e a engraxar os sapatos &mdash; eu n&atilde;o o conhecia como um homem com uma arma que mataria um gato! Aquilo foi uma revela&ccedil;&atilde;o.<br />&nbsp;<br /><strong>Quando tivemos cavalos</strong><br />Eu ensinei os meus filhos a n&atilde;o pensarem nos seus cavalos como se fossem animais de estima&ccedil;&atilde;o gigantes. Disse-lhes que podiam amar o seu cavalo e pensar que o cavalo os amava, mas que nunca se esquecessem de que s&atilde;o animais de 450kg. Amem-nos, mas nunca se esque&ccedil;am do seu poder.<br />&nbsp;<br />Em N&uacute;meros 16:9, quando Cor&eacute; e os seus companheiros &mdash; que eram sacerdotes levitas &mdash; se rebelaram contra a lideran&ccedil;a de Mois&eacute;s e Aar&atilde;o, Mois&eacute;s perguntou-lhes: &ldquo;N&atilde;o &eacute; coisa pequena para voc&ecirc;s que o Deus de Israel os tenha separado do restante da comunidade de Israel para aproxim&aacute;-los de si, para realizarem o trabalho do tabern&aacute;culo do Senhor e para estarem diante da comunidade e ministrarem a ela?&rdquo;. Em Jeremias 23:32 o Senhor diz acerca dos falsos profetas: &ldquo;Eles desviam o meu povo com as suas mentiras e com a sua arrogante leviandade.&rdquo; A palavra &ldquo;leviandade&rdquo; &eacute; <em>pachazuth</em>, que significa frivolidade, extravag&acirc;ncia, leveza, atitude casual.<br />&nbsp;<br />O fio comum nestes exemplos que dei &eacute; a falta de uma revela&ccedil;&atilde;o: eu &mdash; de que o meu pai podia matar; os meus filhos &mdash; de que os seus cavalos eram poderosos; Cor&eacute; &mdash; de que eram respons&aacute;veis diante de Deus. O Senhor revelou-se a Israel atrav&eacute;s das pragas do Egipto e dos milagres no deserto &mdash; porque uma revela&ccedil;&atilde;o do Seu poder deveria colocar o temor de Deus nas pessoas. Hoje, a revela&ccedil;&atilde;o do Seu poder &mdash; a express&atilde;o mais elevada e mais poderosa desse poder &mdash; foi quando Ele ressuscitou Jesus dentre os mortos. Com isso, devemos ver, conhecer, compreender e deixar que se enra&iacute;ze no nosso ser: o Seu poder revelado quando Ele nos salvou. Salvou-nos do inferno, da pris&atilde;o, do pecado &mdash; seja do que for &mdash; salvou-nos atrav&eacute;s da manifesta&ccedil;&atilde;o do Seu poderoso poder quando ressuscitou Jesus dentre os mortos, o que acabou por nos levar a nascer de novo no nosso esp&iacute;rito. Quando pensamos nesse poder nas nossas vidas, que nos transformou de forma t&atilde;o dram&aacute;tica, o temor de Deus &eacute; a resposta natural. Aviva isso de vez em quando! Vive nisso! Vive no assombro daquilo que Ele fez em n&oacute;s, por n&oacute;s e connosco! Quando compreendemos isso, ent&atilde;o come&ccedil;amos o caminho da aprendizagem.<br />&nbsp;<br />A abordagem casual &agrave;s coisas de Deus em muitas igrejas e na internet hoje em dia, reflete-se na frequ&ecirc;ncia de &ldquo;palavras&rdquo; ou profecias que profetas ou outros ministros dizem vir de Deus. Reflete-se na corrup&ccedil;&atilde;o e na imoralidade que tantas vezes s&atilde;o encontradas na vida de pastores e ministros. Reflete-se tamb&eacute;m na familiaridade casual daqueles que chamam ao Deus Todo-Poderoso, o Pai, de &ldquo;pap&aacute;&rdquo;, por causa de um mal-entendido do uso da palavra <em>abba</em> no primeiro s&eacute;culo. Esta falta de temor de Deus corta a revela&ccedil;&atilde;o para o ensino, a revela&ccedil;&atilde;o na adora&ccedil;&atilde;o e a revela&ccedil;&atilde;o para uma vida santa.<br />&nbsp;<br />N&atilde;o estou a falar de ter medo do Pai ou do Senhor apenas porque pecamos aqui e ali, ou mesmo se algu&eacute;m luta com algo habitual. N&atilde;o. Estou a falar de uma abordagem casual &agrave;s coisas de Deus dentro da cultura crist&atilde;. Muitas igrejas-audit&oacute;rio trocaram o fluir pelo espet&aacute;culo, a presen&ccedil;a manifesta (a un&ccedil;&atilde;o) de Deus pela emo&ccedil;&atilde;o, e o ir profundo no Esp&iacute;rito na adora&ccedil;&atilde;o por fumo e lasers.<br />&nbsp;<br />H&aacute; algumas d&eacute;cadas, instalou-se a ideia de que as igrejas n&atilde;o deveriam desafiar as pessoas num culto e que deveriam ter o melhor e o mais elevado em tudo para atrair pessoas a Cristo. Uma igreja levantava milh&otilde;es para m&aacute;rmore italiano verdadeiro no &aacute;trio ou um milh&atilde;o ou mais para o melhor sistema de som, enquanto muitos da congrega&ccedil;&atilde;o n&atilde;o conseguiam pagar a renda. As prioridades mudaram: de cuidar da verdadeira igreja (as pessoas) para cuidar do edif&iacute;cio chamado igreja. A apar&ecirc;ncia tornou-se o mais importante. Em nome de ser relevante, os apelos ao altar, o temor de Deus e a prega&ccedil;&atilde;o de verdades absolutas terminaram. As coisas de Deus tornaram-se um sistema, uma f&oacute;rmula, uma apresenta&ccedil;&atilde;o profissional programada.<br />&nbsp;<br /><strong>&ldquo;Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus&rdquo;</strong><br />Isto vem de Salmo 46:10 e responde &agrave; pergunta: &ldquo;Como posso obter uma revela&ccedil;&atilde;o do temor de Deus?&rdquo;<br />&nbsp;<br />Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus! Aquieta-te e pensa de que Ele te salvou. Aquieta-te e medita onde estarias sem Ele. Assombro, temor e adora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o a resposta natural a esse n&iacute;vel de revela&ccedil;&atilde;o pessoal. &Eacute; nesse sil&ecirc;ncio que contemplamos, que procuramos, que desviamos a aten&ccedil;&atilde;o para baixo, para o nosso esp&iacute;rito, onde Ele Se revela. Um rabino disse: o sil&ecirc;ncio &eacute; a ora&ccedil;&atilde;o mais poderosa. O rabino Shimon, filho de Gamliel, disse: &ldquo;Todos os dias da minha vida cresci entre os s&aacute;bios, e nada encontrei melhor do que o sil&ecirc;ncio.&rdquo; Muitos rabinos escrevem que o sil&ecirc;ncio &eacute; a principal forma de se ligar a Deus.<br />&nbsp;<br /><strong>O sil&ecirc;ncio n&atilde;o &eacute; apenas a aus&ecirc;ncia de som; &eacute; um estado de ser.</strong><br />Um estado de quietude do ser inteiro, de chegar ao fim de si mesmo para se sentar, estar de p&eacute; ou trabalhar na Sua presen&ccedil;a. Quando uma pessoa est&aacute; em sil&ecirc;ncio no seu ser, pode trabalhar, pode sentar-se &mdash; &eacute; um estado de ser, n&atilde;o a aus&ecirc;ncia de som.<br />&nbsp;<br />Os sacerdotes antigos n&atilde;o falavam absolutamente nada quando realizavam sacrif&iacute;cios no templo &mdash; o coro falava, o povo falava &mdash; mas os sacerdotes, quando ofereciam sacrif&iacute;cios a Deus, n&atilde;o falavam absolutamente nada. Eles estavam num estado de comunh&atilde;o intima com o Senhor atrav&eacute;s do sil&ecirc;ncio &mdash; atentos, reflexivos &mdash; mas ao mesmo tempo a fazer ativamente o seu trabalho. &Eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o de humilhar-se diante de Deus, sil&ecirc;ncio na Sua presen&ccedil;a, tanto no assombro como no respeito reverente pelo Todo-Poderoso.<br />&nbsp;<br />Alguns podem chamar-lhe medita&ccedil;&atilde;o, ou colocar a mente em neutro, o que permite reflex&atilde;o, pensamentos interiores, pensamentos voltados para o esp&iacute;rito do homem. Em 1 Samuel 1:10-13 Ana orou silenciosamente por um filho, que prometeu dedicar ao Senhor. Eli, o sacerdote, viu os seus l&aacute;bios moverem-se ligeiramente, mas n&atilde;o ouviu som nenhum. Deus ouviu a sua ora&ccedil;&atilde;o. Em G&eacute;nesis 21:15-17 Agar e o adolescente Ismael s&atilde;o enviados para o deserto. Quando a &aacute;gua acaba, ela coloca o rapaz debaixo de um arbusto e afasta-se, dizendo a si mesma que n&atilde;o consegue suportar ver o filho morrer. Mas no vers&iacute;culo 17 o Senhor diz-lhe duas vezes: &ldquo;ouvi a voz do menino&rdquo;.<br />Foi naquele sil&ecirc;ncio de quase morte para o jovem Ismael que o Senhor o ouviu. Foi na ora&ccedil;&atilde;o silenciosa de Ana que o Senhor a ouviu. Est&aacute; escrito na Tor&aacute; que quando Sara riu na presen&ccedil;a do Senhor, quando Ele lhe disse que teria um filho, em G&eacute;nesis 18:12-13, ela riu silenciosamente para si mesma &mdash; mas o Senhor ouviu-a.<br />&nbsp;<br />Descobri que, na maioria das vezes, quando estou no Esp&iacute;rito e o Senhor vem visitar-me, &eacute; quando estou em sil&ecirc;ncio que Ele vem. Vejo-O nas nossas confer&ecirc;ncias com bastante frequ&ecirc;ncia enquanto estamos em adora&ccedil;&atilde;o. J&aacute; O vi em reuni&otilde;es de igreja em casa, muitas vezes durante a adora&ccedil;&atilde;o. Mas, na maioria das vezes, os meus momentos mais privados com Ele &mdash; que nunca partilho com ningu&eacute;m &mdash; acontecem quando estou em sil&ecirc;ncio.<br />&nbsp;<br />Paulo escreveu em 1 Cor&iacute;ntios 14:10 que h&aacute; muitos tipos de vozes no mundo, e nenhuma delas &eacute; sem significado. Considera desligar essas vozes, incluindo a tua pr&oacute;pria. Sim, p&aacute;ra de falar. Antigamente, no ramo Breslov do juda&iacute;smo hass&iacute;dico, praticava-se o sil&ecirc;ncio enquanto caminhavam pelos campos. Existe tamb&eacute;m um <em>taanit dibbur</em>, que significa &ldquo;jejum de palavras&rdquo;. Fazemos jejum de comida, jejum de televis&atilde;o, jejum de doces. Considera fazer jejum de palavras por algum tempo. No juda&iacute;smo, a ora&ccedil;&atilde;o mais profunda e privada chama-se <em>tefillah be-lachash</em>, ou &ldquo;ora&ccedil;&atilde;o silenciosa&rdquo;, baseada na ora&ccedil;&atilde;o silenciosa do cora&ccedil;&atilde;o de Ana em 1 Samuel 1.<br />&nbsp;<br />Considera o sil&ecirc;ncio para ganhar ou recuperar o temor do Senhor. N&atilde;o o vais encontrar na igreja. E&hellip; quando a mente divagar, tr&aacute;-la de volta para se concentrar no Senhor. Tenho descoberto que o Senhor &eacute; um perfeito cavalheiro, no sentido em que n&atilde;o fala enquanto eu estou a falar. Uso isto quando imponho as m&atilde;os sobre algu&eacute;m para orar. Digo-lhes para ficarem em sil&ecirc;ncio &mdash; sem orar, sem orar em l&iacute;nguas &mdash; sil&ecirc;ncio. Porque enquanto estiverem a falar, Ele n&atilde;o falar&aacute;. Eu n&atilde;o come&ccedil;o a orar por eles at&eacute; ficarem em sil&ecirc;ncio. Ent&atilde;o Ele pode fluir para dentro deles e neles.<br />&nbsp;<br />E termino assim esta li&ccedil;&atilde;o de &ldquo;Pensamento da semana&rdquo; sobre o temor de Deus, para continuar na pr&oacute;xima com um tema relacionado: Porqu&ecirc; o deserto?<br />At&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os,<br />John Fenn<br />cwowi.org &mdash; e pode escrever-me para john@cwowi.org.<br />&nbsp;</font><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Perspetivas e entendimento, 4 de 4]]></title><link><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/perspetivas-e-entendimento-4-de-4]]></link><comments><![CDATA[https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/perspetivas-e-entendimento-4-de-4#comments]]></comments><pubDate>Sat, 28 Feb 2026 08:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.cwowi.eu/o-pensamento-da-semana-em-portuguecircs/perspetivas-e-entendimento-4-de-4</guid><description><![CDATA[Insights and understanding, 4 of 4Perspetivas e entendimento, 4 de 4&nbsp;Ol&aacute; a todos,&nbsp;A palavra &ldquo;tzitzit&rdquo; (tsit-zit) significa &ldquo;franjas&rdquo;, as quais foram ordenadas por Deus para eu estivessem nas roupas dos antigos israelitas como lembran&ccedil;a da Palavra de Deus em N&uacute;meros 15:37-41:&nbsp;&ldquo;Fala aos israelitas e diz-lhes que fa&ccedil;am tzitzit (franjas) nos cantos das suas vestes ao longo das suas gera&ccedil;&otilde;es, com um cord&atilde;o a [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" style="text-align:left;"><font color="#2a2a2a"><font size="1"><strong>Insights and understanding, 4 of 4</strong><br /></font><strong>Perspetivas e entendimento, 4 de 4</strong><br />&nbsp;<br />Ol&aacute; a todos,<br />&nbsp;<br />A palavra &ldquo;tzitzit&rdquo; (tsit-zit) significa &ldquo;franjas&rdquo;, as quais foram ordenadas por Deus para eu estivessem nas roupas dos antigos israelitas como lembran&ccedil;a da Palavra de Deus em <strong>N&uacute;meros 15:37-41</strong>:<br />&nbsp;<br />&ldquo;Fala aos israelitas e diz-lhes que fa&ccedil;am tzitzit (franjas) nos cantos das suas vestes ao longo das suas gera&ccedil;&otilde;es, com um cord&atilde;o azul em cada tzitzit. Ter&atilde;o estas franjas para olhar e lembrar-se da Palavra de Deus, para cumprir todos os Seus mandamentos, de modo a obedecerem e n&atilde;o seguirem os seus pr&oacute;prios cora&ccedil;&otilde;es e olhos para satisfazer os seus desejos. Ent&atilde;o lembrar-se-&atilde;o de obedecer a todos os meus mandamentos e que est&atilde;o consagrados ao seu Deus.&rdquo;<br />&nbsp;<br />As cordas (franjas) devem ser presas diretamente &agrave; roupa, o que significa que n&atilde;o s&atilde;o permitidas franjas de prender. H&aacute; quatro, uma em cada canto, cada uma feita de quatro fios (um deles azul) dobrados para totalizar oito. Depois s&atilde;o feitos cinco n&oacute;s nos oito fios, perto do topo, transformando a franja (tzitzit) numa &uacute;nica corda. Como o alfabeto hebraico tem um n&uacute;mero associado a cada letra, o nome &ldquo;tzitzit&rdquo; em hebraico corresponde tamb&eacute;m ao n&uacute;mero 600. Incluindo os cinco n&oacute;s nos oito fios, totaliza 13, somando 613 &ndash; o n&uacute;mero de leis na Lei de Mois&eacute;s, lembrando ao portador os mandamentos do Senhor.<br />&nbsp;<br /><strong>Porqu&ecirc; um fio azul?</strong><br />No antigo Israel, cada vestu&aacute;rio de um israelita tinha um tzitzit em cada canto. Com o tempo, os estilos de roupa mudaram, e agora existem xailes de ora&ccedil;&atilde;o com tzitzit, normalmente de riscas largas azuis e brancas. Nos tempos antigos, Deus ordenou que um fio azul fosse inclu&iacute;do entre os brancos. O corante azul era feito do caracol <strong>chilazon</strong>, um tipo de <strong>Murex</strong>, que vive no Mediterr&acirc;neo. Azul &eacute; a cor do c&eacute;u e de Deus; lembrando a cada israelita que eram da nobreza de Deus, chamados como na&ccedil;&atilde;o para ser um reino de sacerdotes (<strong>&Ecirc;xodo 19:6</strong>).<br />&nbsp;<br /><strong>O que David fez</strong><br />Todo o cap&iacute;tulo de <strong>1 Samuel 24</strong> trata de David cortar a bainha da t&uacute;nica de Saul enquanto Saul se aliviava na caverna onde David se escondia. O vers&iacute;culo 5 diz que a consci&ecirc;ncia de David &ldquo;o feriu&rdquo;, que &eacute; uma boa tradu&ccedil;&atilde;o do hebraico &ldquo;nakah&rdquo;. Significa &ldquo;ferir, bater, causar ferida ou punir&rdquo;. David sentiu-se fortemente condenado por ter cortado a bainha da roupa de Saul. Nos tempos antigos e em alguns funerais hoje, o tzitzit de uma pessoa era cortado no funeral, mostrando que j&aacute; n&atilde;o estava sujeito &agrave;s Leis de Mois&eacute;s. Alguns costumes enterram a pessoa com o xaile de ora&ccedil;&atilde;o, mas com um dos tzitzit danificado ou removido para mostrar o mesmo.<br />&nbsp;<br />A consci&ecirc;ncia de David perturbou-o porque ele havia realizado o &ldquo;rito funer&aacute;rio&rdquo; de cortar um tzitzit de Saul, dizendo-lhe que era um homem morto, liberto de obedecer &agrave; Palavra de Deus &ndash; uma refer&ecirc;ncia direta a <strong>1 Samuel 15</strong>, quando Saul desobedeceu deliberadamente ao Senhor &ndash; falar nisso deve ter magoado David! O arrependimento de David foi t&atilde;o poderoso que o pr&oacute;prio Saul se arrependeu de ter tentado matar David e voltou para casa.<br />&nbsp;<br /><strong>O que a mulher de Marcos 5 fez</strong><br />Em <strong>Mateus 9:20, Marcos 5:24-34 e Lucas 8:43-44</strong><strong>,</strong> vemos uma mulher com uma condi&ccedil;&atilde;o de hemorragia grave e cr&oacute;nica (12 anos). &ldquo;Quando ouviu falar de Jesus, tocou na sua roupa, dizendo consigo mesma: &lsquo;Se apenas tocar na bainha das Suas roupas, ficarei curada.&rsquo;&rdquo; Ele disse-lhe: &ldquo;A tua f&eacute; te curou.&rdquo;<br />&nbsp;<br />Alguns cap&iacute;tulos depois, em <strong>Mateus 14:35-36</strong>, lemos: &ldquo;Quando as pessoas da regi&atilde;o reconheceram que Jesus estava l&aacute;, disseram a todos na &aacute;rea. Trouxeram os seus doentes a Ele e suplicaram que pelo menos pudessem tocar na bainha das Suas roupas, e todos os que tocaram foram curados.&rdquo;<br />&nbsp;<br />Podemos especular que, como ela &eacute; mencionada primeiro em Mateus 9 tocando na bainha (tzitzit) da roupa de Jesus e foi curada, as multid&otilde;es de Mateus 14 ouviram como ela foi curada e emularam-na, cheias de f&eacute; devido &agrave; f&eacute; e a&ccedil;&otilde;es dela. N&atilde;o temos a certeza, mas sabemos que o tzitzit representa a Palavra de Deus, e ali, na multid&atilde;o, diante dos seus pr&oacute;prios olhos, estava a Palavra de Deus em carne &ndash; toda a Palavra, cumprindo os 613 mandamentos perfeitamente, em carne e osso &ndash; e apenas tocar na Palavra Viva atrav&eacute;s do tzitzit curou muitas pessoas.<br />&nbsp;<br /><strong>A Ceia do Senhor &ndash; parte de uma refei&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria maior</strong><br />Na maioria das igrejas hoje, a Ceia do Senhor &eacute; celebrada como parte separada de um culto. No primeiro s&eacute;culo, a Ceia do Senhor fazia parte da refei&ccedil;&atilde;o. <strong>Mateus 26:26:</strong> &ldquo;Enquanto comiam, Jesus tomou o p&atilde;o, aben&ccedil;oou-o e deu-o aos disc&iacute;pulos, dizendo: &lsquo;Tomai, comei, isto &eacute; o meu corpo&hellip;&rsquo;&rdquo;<br /><strong>Marcos 14:22:</strong> &ldquo;Enquanto comiam, Jesus tomou o p&atilde;o&hellip;&rdquo;<br />&nbsp;<br />Nas igrejas dom&eacute;sticas, a comida &eacute; integral, e em algumas culturas hoje assemelha-se &agrave; forma como Jesus celebrou a primeira Ceia. De facto, foi a celebra&ccedil;&atilde;o destas refei&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias que ajudou o cristianismo a crescer t&atilde;o rapidamente pelo Imp&eacute;rio Romano. Isto porque a cultura romana, grega e judaica tinha grandes refei&ccedil;&otilde;es familiares e de amigos como parte do tecido social mediterr&acirc;neo no primeiro s&eacute;culo. Quando judeus, gregos e romanos se tornaram crist&atilde;os, incorporaram naturalmente Cristo nas refei&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias que j&aacute; realizavam.<br />&nbsp;<br />No juda&iacute;smo, os judeus n&atilde;o comiam com gentios, mas tinham a sua pr&oacute;pria refei&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria. Os romanos desprezavam os gregos, mas cada cultura tinha as suas pr&oacute;prias refei&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias. Um bom exemplo da jun&ccedil;&atilde;o delas &eacute; visto em <strong>Atos 18</strong>, com a funda&ccedil;&atilde;o da igreja em Corinto. Paulo levou muitos judeus da sinagoga a Jesus, e como tal precisaram reunir-se na casa de outra pessoa, que era um Romano chamado <strong>Justus</strong>. Foi-nos dito: &ldquo;E muitos dos cor&iacute;ntios (gregos) tamb&eacute;m creram e foram batizados.&rdquo; Mais tarde, em <strong>1 Cor&iacute;ntios 11:17-34</strong>, alguns desses crentes que era parte desse grupo misto em termos raciais e sociais e econ&oacute;micos recusaram-se a comer com os restantes.<br />&nbsp;<br />Para os romanos, a refei&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria era aberta a familiares, amigos e vizinhos, mas segregada por status social e econ&oacute;mico. Para os gregos, geralmente apenas as elites eram convidadas, os pobres eram exclu&iacute;dos. Para os judeus, apenas judeus eram convidados. A refei&ccedil;&atilde;o era para recordar a hist&oacute;ria, fortalecer v&iacute;nculos em torno das coisas de Deus, refor&ccedil;ar a identidade &uacute;nica e os la&ccedil;os sociais e familiares. Agora imagine estas tr&ecirc;s culturas juntas numa refei&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria. Eram todos novos crentes em Jesus, cada um com as suas expectativas sobre como estas refei&ccedil;&otilde;es deveriam ser. Al&eacute;m disso, Corinto era um porto mar&iacute;timo e era sabido que os trabalhadores de escrit&oacute;rio nunca se misturavam com os estivadores, marinheiros e donos de lojas. N&atilde;o &eacute; de admirar que a primeira carta de Paulo aos cor&iacute;ntios abordasse pelo menos 10 quest&otilde;es importantes! Pelo menos 3 envolviam o isolamento de certos grupos que se recusavam a associar-se aos outros, e conflitos!<br />&nbsp;<br />Paulo falou de tudo isto em <strong>1 Cor&iacute;ntios 11:17-34</strong>, escrevendo-lhes para se focarem na verdadeira raz&atilde;o de estarem juntos: celebrar a vida, o sacrif&iacute;cio e as promessas de Jesus Cristo. Paulo incentivou-os a deixar de lado o que os divide; preconceitos, ideias preconcebidas sobre como deveria ser a refei&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria tradicional, e focar-se em Jesus. Paulo repete o que aprendeu diretamente do Senhor: Tomai o p&atilde;o, que representa o corpo partido, e o vinho, que representa o sangue derramado, e participai juntos.<br />&nbsp;<br />Paulo disse aos que escolheram separar-se dos outros: &ldquo;Entre v&oacute;s h&aacute; muitos fracos e doentes, e muitos morreram prematuramente, porque n&atilde;o discernis corretamente o corpo do Senhor.&rdquo; No contexto, discernir o corpo do Senhor n&atilde;o &eacute; sobre cura, mas sobre o corpo de Cristo. Que Ele morreu e ressuscitou por judeus, gregos e romanos, e se desconsiderarmos quest&otilde;es de ra&ccedil;a, status socioecon&oacute;mico e hist&oacute;rico de vida dos presentes, podemos focar-nos no que Jesus fez por cada um presente. Isto proporciona uma verdadeira refei&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria.<br />&nbsp;<br />Se estiver numa igreja dom&eacute;stica, ou talvez num estudo b&iacute;blico ou grupo de ora&ccedil;&atilde;o, considere isto: partilhem uma refei&ccedil;&atilde;o juntos e, depois de todos terem comido a maior parte, ainda a falar, comer e partilhar, comecem a passar casualmente p&atilde;o e sumo ou vinho. Chamem a aten&ccedil;&atilde;o de todos, apontem as ricas conversas que acontecem, como Jesus salvou cada pessoa sem se importar quem eram ou de onde vinham, apenas que Ele ama cada um &ndash; e depois, ap&oacute;s um momento para refletir e ajustar o cora&ccedil;&atilde;o, comam o p&atilde;o, bebam o fruto da videira&hellip; e continuem com as conversas, reflex&otilde;es e aprecia&ccedil;&atilde;o por cada um presente.<br />&nbsp;<br />Mais revela&ccedil;&otilde;es e entendimentos na pr&oacute;xima semana para fechar a s&eacute;rie. At&eacute; l&aacute;, b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os,<br />John Fenn<br />cwowi.org e email para cwowi@aol.com ou john@cwowi.org<br />&nbsp;</font><br /></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>